| Processo: | 11/21219-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Marco Vinícius Chaud |
| Beneficiário: | Marco Vinícius Chaud |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria Acadêmica. Universidade de Sorocaba (UNISO). Sorocaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Sorocaba |
| Pesquisadores associados: | Daiane Tenor Lopes ; Gilson Luchezi Delgado ; Luis Antonio Pires ; Maria Helena Andrade Santana ; Maricene Sabha ; Patricia Severino ; Perla Porto Leite Shitara |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/16157-6 - Avaliação da atividade terapêutica e preventiva de filmes hidrogelatinosos mucoadesivos em pacientes sob tratamento antineoplásico., BP.TT |
| Assunto(s): | Avaliação de medicamentos Estomatite Hidrogéis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Hidrogéis | Liberação Controlada de Fármacos | mucoadesão | mucosite oral | quimioterapia | Radioterapia | Produção de Medicamentos |
Resumo
A mucosite oral é uma comorbidade que afeta pacientes em tratamento antineoplásico de cabeça e pescoço. Esta doença é caracterizada pela dor e ulceração da mucosa e agrava com o decorrer do tratamento quimioterapico ou radioterápico, afetando o estado nutricional do doente e interrupção dos ciclos de tratamentos antineoplásicos. Os tratamentos disponíveis para a mucosite oral englobam anestesia local, descontaminação, crioterapia e anti-inflamatórios. O objetivo deste trabalho é o desenvolvimento tecnológico de hidrogéis, nas formas de partículas e filmes mucoadesivos para liberação controlada de fármacos. Os hidrogéis, serão preparados com composição baseada em ácido hialurônico e outros polímeros compatíveis com a membrana extracelular. Os fármacos empregados são comumente utilizados em produtos odontológicos. Os hidrogeis serão caracterizados fisica e quimicamente e avaliados in vivo. Este estudo abre a possibilidade de melhorar a qualidade de vida dos pacientes em tratamento antineoplásico, cumprir os protocolos radioterápicos e quimioterápicos, reduzir o tempo de tratamento e os riscos de comorbidade que acompanham a radioterapia e a quimioterapia. Paralelamente o estudo abre a possibilidade de novas investigações de produtos terapêuticos para prevenção e tratamento de outras mucosites como da faringe e da cavidade vaginal (AU)
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