| Processo: | 11/22260-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 09 de abril de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Antonio Carlos Marques |
| Beneficiário: | Amanda Ferreira e Cunha |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/25874-3 - Variabilidade e sinal filogenético da morfologia em organismos coloniais marinhos: um estudo com a família Campanulariidae (Cnidaria, Hydrozoa), BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Cnidários Hidrozoários Morfometria Plasticidade fenotípica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Campanulariidae | delimitação de espécies | Hydrozoa | Molecular | Morfometria | plasticidade fenotípica | Taxonomia de Campanulariidae |
Resumo A variabilidade morfológica intraespecífica é uma das bases do processo evolutivo, acompanhada ou não por diferenciação genética. Esta variabilidade pode ser adaptativa e contribuir para a diversificação de linhagens acima do nível específico, funcionando assim como um importante mecanismo macroevolutivo. No nível taxonômico, a caracterização dos padrões de variação morfológica intra e interespecíficos pode não ser simples, dificultando a delimitação de linhagens. Os representantes da família Campanulariidae apresentam caracteres morfológicos variáveis desde o nível intraespecífico ao supragenérico, sendo, portanto um modelo interessante para estudo da variabilidade. Nosso estudo tem o objetivo de avaliar os níveis taxonômicos em que a variabilidade morfológica se expressa como sinal evolutivo nos Campanulariidae, circunscrevendo estas variações às delimitações de linhagens e testando a estrutura taxonômica atualmente utilizada para a família. Para tal, os padrões resultantes de análises morfométricas (tradicional e geométrica) e moleculares serão correlacionados à variabilidade morfológica nos sucessíveis níveis taxonômicos mais inclusivos, acompanhados por inferências evolutivas de reconstrução de caráter ancestral. (AU) | |
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