| Processo: | 12/15844-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica |
| Pesquisador responsável: | Alberto Jose Cavalheiro |
| Beneficiário: | Cristiano Soleo de Funari |
| Supervisor: | Emily F. Hilder |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Tasmania (UTAS), Austrália |
| Vinculado à bolsa: | 10/18840-7 - Cromatografia Líquida Verde (água, etanol e temperatura)aplicada ao estudo de plantas medicinais, BP.PD |
| Assunto(s): | Química verde Cromatografia líquida de alta eficiência Plantas medicinais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | colunas monolíticas | cromatografia líquida de alta eficiência | Cromatografia Líquida de Alta Temperatura (HTLC) | plantas medicinais | Química Verde | Subcritical Water Chromatography | Química de Produtos Naturais |
Resumo Em investigações fitoquímicas, frequentemente quantidades significativas de solventes nocivos são empregadas em etapas sucessivas de separação. A cromatografia gasosa e a cromatografia supercrítica possuem características de tecnologias verdes, mas a cromatografia líquida também pode ser aplicada segundo premissas de sustentabilidade pela redução, substituição ou eliminação de solventes nocivos. O projeto tem como objetivo o desenvolvimento de métodos por cromatografia líquida de alta eficiência aplicaveis à análise de extratos de plantas de interesse do Ministério da Saúde, empregando-se como fase móvel água pura ou misturas de água com etanol, solvente orgânico de baixa toxicidade, biodegradável e que pode ser obtido a partir de fontes renováveis. Em virtude da maior viscosidade de misturas água-etanol em relação àquelas contendo metanol ou acetonitrila, e da baixa força eluotrópica da água pura como fase móvel em cromatografia em fase reversa, separações serão testadas a altas temperaturas (com gradientes de T) e com colunas monolíticas termoestáveis, dentre outras possibilidades. Além de reduzir a viscosidade e aumentar a força eluotrópica da fase móvel, o aquecimento do sistema será explorado para otimizar a eficiência e a velocidade de análises, já que influencia a termodinâmica e a cinética do processo de separação. Todos os desenvolvimentos serão suportados por análises estatísticas, a partir de uma fórmula original chamada Green Chromatografic Fingerprint (proposta por nós e em fase de publicação), que busca maximizar o número de picos da forma mais distribuída ao longo do cromatograma, minimizando o consumo de recursos tais como energia e solventes (apresentando um balanço satisfatório entre parâmetros de qualidade e de eficiência do processo de separação). (AU) | |
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