| Processo: | 12/16083-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Sérgio Luiz de Siqueira Bueno |
| Beneficiário: | Juliana Cristina Bertacini de Moraes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Decapoda Filogenia Morfologia externa animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aeglidae | Decapoda | Filogenia | Morfologia externa | Taxonomia | Revisão taxonômica e análise cladística |
Resumo Os crustáceos do gênero Aegla, endêmicos da América do Sul, são os únicos decápodes anomuros que vivem em ambientes de água doce. A descoberta de fósseis em sedimentos marinhos deixou poucas dúvidas sobre a origem do grupo. Diversos estudos taxonômicos, morfológicos e de distribuição geográfica tem sido realizados sobre os eglídeos. Entretanto, informações filogenéticas baseadas na morfologia do grupo limitam-se, basicamente, aos trabalhos sobre a posição da família Aeglidae na infraordem Anomura e a um trabalho pioneiro, no qual os autores propuseram um cladograma para sete espécies com ocorrência no Chile. A partir de uma análise cladística, com base em caracteres morfológicos, de todas as espécies de Aegla que ocorrem nas bacias hidrográficas do Alto Paraná e Alto Uruguai, pretende-se: 1. Testar o monofiletismo do clado Alto Paraná-Alto Uruguai; 2. Investigar a posição filogenética de Aegla leptochela e A. marginata (espécies do Alto Paraná, porém supostamente não pertencentes ao clado Alto Paraná-Alto Uruguai) e a posição filogenética de A. franca, A. lata, A. microphthalma e quatro espécies troglóbias em fase de descrição, todas do Alto Paraná; 3. Investigar as relações internas entre as espécies do clado Alto Paraná-Alto Uruguai; 4. Investigar as potenciais relações de grupo-irmão entre as espécies troglóbias de Aegla (espécies troglóbias como irmãs recíprocas ou irmãs de espécies de ambiente epígeo); 5. Formular hipóteses sobre a invasão dos ambientes hipógeos (evento único ou invasões múltiplas). Para isso, a morfologia externa dos adultos de eglídeos e de outros anomuros será estudada, comparativamente, visando a obtenção de caracteres morfológicos para análise filogenética. (AU) | |
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