| Processo: | 12/17657-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Hernandes Faustino de Carvalho |
| Beneficiário: | Guilherme Oliveira Barbosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/16150-6 - Regulação androgênica, sinalização e interações celulares no desenvolvimento, fisiologia e regressão prostática, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/18103-3 - Proteoglicanos de heparam sulfato na morfologia e fisiologia epitelial: knock out de Syndecan-1 usando CRISP/Cas9, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Morfogênese Próstata Heparanase Cavitação Epitélio Matriz extracelular Morte celular Interferência de RNA Apoptose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cavitação | diferenciação | epitélio | matriz extracelular | morte celular | Sinalização | Morfogênese |
Resumo O processo de morfogênese da próstata acontece durante as primeiras três semanas de vida do rato envolve a cavitação dos cordões epiteliais em decorrência da polarização e diferenciação das células apiteliais em contato com a membrana basal que sobrevivem e as internas que morrem por apoptose. Há uma sinalização realizada por fatores extracelulares entre estroma e epitélio que controlam esses eventos. Dentre os fatores, alguns se ligam a heparan sulfato como por exemplo FGF, TGF, HGF, CXCL e SHH. Dessa forma acreditamos que a Heparanase-1 tenha um papel importante no processo de cavitação, controlando a sinalização entre epitélio e estroma, através da liberação de fatores, que levariam a diferenciação controlada das células epiteliais no sentido proximal para o distal, formando a barreira epitelial, bloqueando o acesso aos fatores de crescimento e sobrevivência das células internas dos cordões epiteliais, levando a morte celular. Para testar essa hipótese usaremos de cultivo de esferoides de célula epitelial prostática e cultivo de órgão de neonato, associados com ferramentas de silenciamento de genes (RNA de interferência) tais como para heparanase e para proteínas de junção oclusiva. Marcação de proteínas em cortes histológicos e whole-mount. Análises bioquímicas e genéticas. E por fim live cell imaging para observar processo de formação de lúmen por apoptose seguida da formação da barreira epitelial. Esperamos mostrar que o processo de morte celular da cavitação não está apenas associado com anoiks, e sim com a falta de fatores de sinalização, que são liberados pela ação da heparanase, e podem atuar na diferenciação e polarização das células epiteliais. (AU) | |
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