| Processo: | 12/25298-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Pedro Luis da Costa Aguiar Alves |
| Beneficiário: | Carita Liberato do Amaral |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Matologia Desenvolvimento vegetal Germinação Bioatividade Alelopatia Estresse abiótico Metabólitos secundários Plantas daninhas Vernonia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade biológica | desenvolvimento vegetal | Estresses abióticos | Germinação | Interferência | metabólitos secundários | Matologia |
Resumo Diferentes espécies de plantas daninhas vêm apresentando agressividade em condições de campo e muitas vezes essa agressividade não deve-se apenas a competição por recursos, mas também pelo efeitos de substâncias alelopáticas. Vernonia polyanthes é uma espécie que possui ampla distribuição entre os cerrados e que está recolonizando diversas áreas utilizadas para agricultura causando prejuízos econômicos. Dessa forma, os objetivos deste projeto são: 1 - Elucidar o grau de interferência imposta pelas plantas de Vernonia polyanthes sobre a germinação e crescimento inicial de Glycine max e Urochloa decumbens; 2 - Investigar se a interferência imposta por V. polyanthes possui contribuição alelopática; 3 - Verificar se estresses abióticos contribuem para o aumento da interferência de V. polyanthes sobre G. max e U. decumbens; 4 - Investigar a plasticidade metabolômica de V. polyanthes frente à estresses bióticos e abióticos. Para tal, propõe-se realizar os experimentos: 1 - estudo do potencial alelopático de V. polyanthes; 2 - efeito de estresses abióticos no potencial alelopático de V. polyanthes sobre a germinação e crescimento inicial de G. max e U. decumbens; 3 - Efeito da decomposição de folhas de V. polyanthes sobre a germinação e crescimento inicial de G. max e U. decumbens; 4 - efeito da exsudação radicular de V. polyanthes sobre a germinação e crescimento inicial de G. max e U. decumbens; 5 - competitividade relativa de V. polyanthes, G. max e U. decumbens. Tais estudos podem auxiliar na determinação de medidas de controle mais eficazes, que causem baixos impactos ambientais, reduzam as perdas de produtividade e a longo prazo forneçam novas substâncias naturais bioativas com potencial fitossanitário. | |
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