| Processo: | 12/51783-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Ângela Merice de Oliveira Leal |
| Beneficiário: | Ângela Merice de Oliveira Leal |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Assunto(s): | Neuropatias diabéticas Diabetes mellitus Terapia baseada em transplante de células e tecidos Células-tronco mesenquimais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Tronco | Musculo | Nervo | Neuropatia Diabetica |
Resumo
O Diabetes mellitus (DM) é um importante problema de saúde pública, devido à elevada prevalência, sendo a neuropatia diabética (ND) a complicação crônica mais freqüente. A hiperglicemia lesa neurônios, levando a um distúrbio sensório-motor. A terapia com células-tronco é uma estratégia atrativa para várias das complicações do DM, entre elas a ND, uma vez que elas têm a capacidade de se diferenciar em outros tipos de células e tecidos, incluindo o músculo, além da capacidade de modularem os fatores neurotróficos nos nervos. Entretanto, mecanisticamente, esse processo é pouco conhecido. A hipótese do presente estudo é que o tratamento com células-tronco mesenquimais (MSCs) reduza a atrofia e a perda de massa muscular, melhorando a interação neuromuscular. O objetivo desse estudo é avaliar os efeitos da injeção de células-tronco mesenquimais sobre a função neuromuscular, morfologia e morfometria de nervo e fibras musculares e a expressão de genes e proteína associados à atrofia muscular. Será utilizado modelo experimental de DM, induzido por estreptozotocina (STZ, 50mg/Kg de peso corporal). Os animais serão divididos em grupos diabéticos (tratados e não-tratados com MSCs) e controle. Os animais tratados receberão 4 injeções semanais de MSCs (1x106 células/injeção) ou tampão fosfato (PBS) intrapenitonealmente. Serão realizados análise funcional pelo teste de marcha em pista e de condução nervosa (reobase, cronaxia e acomodação) semanalmente. A coleta de tecidos (músculo e nervo) será feita 4 semanas após a primeira injeção para análise morfológica e morfométrica de nervo e músculo, quantificação da expressão gênica muscular (Atr-1, MuRF-1, Miostatina) e da expressão protéica (Atr-1, MuRF-1). (AU)
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