| Processo: | 13/04516-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia |
| Pesquisador responsável: | Annie Schmaltz Hsiou |
| Beneficiário: | Giovanne Mendes Cidade |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/14080-0 - Os Squamata (Reptilia, Lepidosauria) do Cretáceo e Terciário (Paleogeno/Neogeno) das bacias Bauru, Aiuruoca e Acre: sistemática, evolução e paleoambientes, AP.JP |
| Assunto(s): | Mioceno América do Sul Amazônia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amazonia | América do Sul | Caimaninae | Crocodylia | Mioceno | Mourasuchus | Paleontologia de Crocodilianos |
Resumo Mourasuchus é um gênero extinto de crocodilianos aligatoróideos, inserido no clado dos Caimaninae. Endêmico à América do Sul e composto por quatro espécies oriundas de depósitos do Mioceno Médio (M. atopus) e Mioceno Superior (M. amazonensis, M. nativus, M. arendsi), estes animais constituem uma das formas mais peculiares de crocodilos já conhecidas, sendo caracterizados por possuírem um rostro extremamente largo, longo e achatado, lembrando o "bico de um pato", com mandíbulas notavelmente fracas e esguias. Tais características, em conjunto com outras encontradas em ossos pós-cranianos, levaram estas espécies a serem inicialmente interpretadas como possuindo um hábito alimentar suspensívoro ou filtrador, ao invés de serem predadores ativos de grandes presas, como a maior parte dos crocodilianos. Apesar de suas chamativas peculiaridades, os Mourasuchus têm sido pouco estudados: a maioria das descrições morfológicas feitas foram demasiado sucintas, e as relações filogenéticas entre as espécies do grupo ainda não se encontram esclarecidas. A proximidade filogenética de Mourasuchus para com Orthogenysuchus olseni, uma forma norte-americana oriunda de depósitos eocênicos, levanta interessantes questões biogeográficas relativas à distribuição espacial desses táxons. Para que haja um melhor entendimento acerca de todas essas questões, seja da anatomia, taxonomia, filogenia e biogeografia deste peculiar grupo, faz-se necessário um estudo mais aprofundado de revisão sistemática das espécies de Mourasuchus, o que constitui o objetivo deste projeto. | |
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