| Processo: | 13/06120-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Roger Chammas |
| Beneficiário: | Roger Chammas |
| Instituição Sede: | Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Neoplasias Melanoma Quimioterápicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiogenese | melanoma | perfusão tumoral | quimioterapia experimental | Oncologia Experimental |
Resumo
Uma questão crítica no tratamento de pacientes com câncer é a acessibilidade de quimioterápicos a tumores após sua administração sistêmica. A elevada pressão intersticial dos tumores, decorrente da alta permeabilidade dos vasos tumorais e da baixa drenagem linfática, dificulta a infusão intratumoral de moléculas circulantes na corrente sanguínea, o que caracteriza um obstáculo à eficácia terapêutica.O uso de soluções hipertônicas parece ser uma estratégia interessante para aumentar as pressões hidrostática e coloidosmótica no plasma e, assim, reduzir a diferença de pressão entre interstício tumoral e vaso sanguíneo, resultando em melhor transporte transcapilar. Com base nisso, propomos neste projeto avaliar se mudanças transitórias na pressão hidrostática sanguínea através do uso de soluções hipertônicas favorecem a perfusão e distribuição de moléculas de potencial terapêutico em um modelo experimental de melanoma. Para isso, utilizaremos cisplatina, quimioterápico citotóxico de baixo peso molecular, e um anticorpo monoclonal específico para o fator de crescimento de fibroblasto 2 (FGF-2), fator crítico para angiogênese e metástase em melanoma. Serão adotados métodos de imagem in vivo não invasivos, tais como SPECT e ultrassom, bem como abordagens histológicas e moleculares para avaliar a captação no tumor desses agentes quando administrados em veículo hipertônico e a resposta tumoral por trás dessa captação. Os resultados a serem obtidos contribuirão para aprimorarmos a forma como nós administramos agentes quimioterápicos, de modo a alcançarmos uma melhor eficácia antitumoral. (AU)
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