| Processo: | 13/12852-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências |
| Pesquisador responsável: | Thomas Rich Fairchild |
| Beneficiário: | Luana Pereira Costa de Morais |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/05937-9 - Estudo comparativo de microfósseis vasiformes nas coleções da Universidade de Harvard e Universidade da Califórnia em Santa Bárbara (Cambridge, MA - Santa Bárbara, CA- EUA), BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Paleobiologia Neoproterozoico Bioestratigrafia Paleontologia Paleoecologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bioestratigrafia | Neoproterozóico | Paleobiologia | Paleoecologia | vase-shaped microfossils | Paleontologia |
Resumo Esta pesquisa investigará microfósseis vasiformes ("vase-shaped microfossils") de duas formações do registro geológico do Neoproterozoico brasileiro, e os comparará com outras ocorrências neoproterozoicas no mundo, com o objetivo de contribuir para o conhecimento de aspectos paleobiológicos, evolutivos e bioestratigráficos relacionados ao aparecimento de eucariotos unicelulares tecados em ecossistemas anteriores ao surgimento dos metazoários.Os VSMs foram atribuídos originalmente aos quitinozoários e posteriormente a organismos ameboides, entre os quais os tintinnídeos, mas, atualmente, são geralmente relacionados a grupos dentro dos arcellinídeos (termo hierárquico utilizado aqui para microrganismos ameboides tecados, sem classificação formal). A variedade morfológica e composicional observada em VSMs neoproterozoicos, inclusive nos exemplares brasileiros, documenta a mais antiga diversificação da vida unicelular eucariótica, presumivelmente heterotrófica, preservada no registro geológico. As diferentes fácies sedimentares contendo VSMs fornecem informações valiosas sobre fatores ambientais que podem ter sido importantes nesta diversificação. Além disso, a ampla distribuição e variedade desses microfósseis sugerem sua possível aplicação bioestratigráfica. Microscopia petrográfica, Microscopia Eletrônica de Varredura, Espectrometria de Energia Dispersiva de Raios X, Microscopia Confocal e Espectroscopia Raman serão aplicadas para caracterizar a composição e morfologia das tecas dos microfósseis e poder fazer inferências sobre a natureza e paleoecologia dos organismos responsáveis pelas tecas. (AU) | |
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