| Processo: | 13/14799-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Pré-histórica |
| Pesquisador responsável: | Sabine Eggers |
| Beneficiário: | Sabine Eggers |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | André Carlo Colonese ; Celia Helena Cezar Boyadjian ; Fernando Lucas de Melo ; José Filippini ; Maria Mercedes Martinez Okumura ; Rita Scheel-Ybert |
| Assunto(s): | Paleontologia humana Modo de vida Paleodieta Paleopatologia Sambaquis Ecossistemas de litoral América do Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Multidisciplinar | Paleodieta | Paleopatologia | periodo formativo | pescadores-caçadores-coletores | sambaqui | Bioarqueologia |
Resumo
Nas costas pacificas e atlânticas da América do Sul as populações arcaicas baseavam sua subsistência inicialmente em recursos marinhos. Nos Andes Centrais estas sociedades exibiam sinais de monumentalidade, territorialiadade e sedentarismo, passando para a agricultura precocemente, o que culminou em complexos sistemas de organização sócio-política, Estados e Impérios. Em contraste, as maiores evidências de monumentalidade na bacia do Atlântico, os Sambaquis (embora com características de sedentarismo, rituais funerários elaborados e estruturas monumentais), não apresentam evidências de estruturas sócio-políticas complexas comparáveis às da costa dos Andes Centrais, sendo substituídos por grupos ceramistas agricultores vindos do interior. Mediante a reconstrução do modo de vida de várias populações pré-históricas de distintos ecossistemas litorâneos da América do Sul, este projeto destilará quais os fatores determinantes para que sociedades arcaicas inicialmente dependentes de recursos marinhos se mantivessem relativamente estáveis no decorrer do tempo enquanto outras eventualmente se transformaram em sociedades complexas. Para tanto serão comparados marcadores bioarqueológicos de paleopatologia, paleodieta e paleogenética. A partir da integração destes achados com dados arqueológicos das diferentes regiões, pretende-se descrever o processo de desenvolvimento de complexificação social de cada um dos grupos, assim como compreender quais os fatores que levaram a diferentes graus de complexificação social em distintos ecossistemas da América do Sul. (AU)
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