| Processo: | 13/20591-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Adelino Sanchez Ramos da Silva |
| Beneficiário: | Adelino Sanchez Ramos da Silva |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Fábio Santos de Lira ; José Rodrigo Pauli |
| Assunto(s): | Exercício físico Sistema musculoesquelético Hipertrofia Serina-treonina quinases TOR Insulina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício excêntrico e concêntrico | hipertrofia | Inflamação | overreaching não funcional | via da mTOR | via de sinalização da insulina | Fisiologia Molecular do Exercício |
Resumo
O overreaching não funcional (NFOR) induzido pelo exercício físico realizado em esteira rolante em declive está associado com a inflamação crônica de baixa intensidade e com o prejuízo da transdução do sinal da via de sinalização da insulina em músculos esqueléticos de camundongos. No entanto, até o presente momento, não é possível afirmar que o NFOR não induzido pelo exercício excêntrico esteja associado com essas alterações moleculares. Assim, o presente projeto de pesquisa tem como principal objetivo comparar os efeitos do NFOR em declive com outros dois protocolos de mesmo volume e intensidade, mas realizados sem inclinação e em aclive, nas concentrações séricas de citocinas e no conteúdo das proteínas relacionadas às vias moleculares inflamatória, insulínica e hipertrófica em músculos esqueléticos de camundongos. Os animais serão divididos em 4 grupos: Controle (C; n=15; sedentários), Overtraining em declive (OT1; n=15; submetidos ao protocolo de overtraining em declive), Overtraining sem inclinação (OT2; n=15; submetidos ao protocolo de overtraining sem inclinação) e Overtraining em aclive (OT3; n=15; submetidos ao protocolo de overtraining em aclive). Os camundongos serão avaliados diariamente quanto à variação do peso corporal e ingestão alimentar. O desempenho dos animais será determinado no início (semana 0), meio (semana 4) e fim (semana 8) dos protocolos experimentais pelas seguintes avaliações: teste de carga incremental, teste do rotarod, teste exaustivo e teste de força de preensão. Ao final dos protocolos experimentais, os animais serão submetidos ao teste de tolerância intraperitoneal à insulina. O conteúdo e a ativação das proteínas das vias mencionadas anteriormente serão avaliados nos músculos extensor digital longo e sóleo através da técnica de immunoblotting. Para a comparação entre os grupos será utilizada a análise de variância seguida de teste para comparação múltipla de médias. Será adotado o nível de significância de 5%. (AU)
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