| Processo: | 14/25459-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Adelino Sanchez Ramos da Silva |
| Beneficiário: | Alisson Luiz da Rocha |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Inflamação Cardiomegalia Miocárdio Sirolimo Transdução de sinais Exercício físico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | hipertrofia | Inflamação | miocárdio | mtor | overreaching não funcional | Fisiologia do Exercício |
Resumo O Overreaching não Funcional (NFOR) induzido pelo Exercício Excêntrico (EE) em modelo animal está associado com a diminuição de desempenho físico, dano no DNA (amostras de músculo esquelético e soro), estresse oxidativo (amostras de músculo esquelético e soro), inflamação crônica de baixo grau (amostras de músculo esquelético e soro) e prejuízo da via de sinalização da insulina (amostras de músculo esquelético). No entanto, as adaptações do músculo cardíaco em resposta ao estado de NFOR induzido ou não pela predominância do EE ainda não foram investigadas. Além disso, sabe-se que a mTOR (Mammalian Target of Rapamycin) possui um efeito protetor no músculo cardíaco, suprimindo o aumento de citocinas pró-inflamatórias, que estão relacionadas às disfunções cardíacas. Assim, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo comparar os efeitos do NFOR em declive com outros dois protocolos de mesmo volume e intensidade, mas realizados sem inclinação e em aclive, no conteúdo das proteínas relacionadas às vias moleculares inflamatória e hipertrófica, no conteúdo de fibrose intersticial e na expressão gênica em músculo cardíaco de camundongos. Os animais serão divididos em 6 grupos: naíve (N; camundongos sedentários); controle (C; camundongos sedentários submetidos aos testes físicos); treinado (TR; camundongos submetidos ao protocolo de treinamento); overtraining em declive (OT1; camundongos submetidos ao protocolo de OT com corrida na descida); overtraining sem inclinação (OT2; camundongos submetidos ao protocolo de OT com corrida sem inclinação) e overtraining em aclive (OT3; camundongos submetidos ao protocolo de OT com corrida na subida). Os camundongos serão avaliados diariamente quanto à variação do peso corporal e ingestão alimentar. O conteúdo das proteínas será avaliado no ventrículo esquerdo do músculo cardíaco através da técnica de immunoblotting. O conteúdo de fibrose intersticial será avaliado por técnica histológica, e a expressão de genes fetais será realizada pela técnica de RT-PCR. Para a comparação entre os grupos será utilizada a análise de variância seguida de teste para comparação múltipla de médias. Será adotado o nível de significância de 5%. (AU) | |
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