| Processo: | 13/22737-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Adelino Sanchez Ramos da Silva |
| Beneficiário: | Alisson Luiz da Rocha |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Exercício excêntrico Ingestão de alimentos Músculo esquelético Peso corporal Immunoblotting Análise de variância |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício concêntrico | Exercicio excentrico | nonfunctional overreaching | via de sinalização da mTOR | Fisiologia do Exercício |
Resumo Recentemente, Pereira et al. (2013) verificaram que o overreaching não funcional (NFOR) está associado com a diminuição do desempenho e com a upregulation da miostatina. No entanto, até o presente momento, não é possível afirmar que o NFOR não induzido pelo exercício excêntrico está associado com as disfunções citadas anteriormente. Além disso, Winbanks et al. (2012) concluíram que o crescimento muscular esquelético mediado pela folistatina é regulado pela mTOR (mammalian target of rapamycin) e Smad 3 independentemente da superexpressão ou inibição da miostatina. Assim, objetivamos comparar os efeitos do protocolo de overtraining proposto por Pereira et al. (2012) que é realizado em declive com outros dois protocolos de mesmo volume e intensidade, mas realizados em aclive e sem inclinação no conteúdo protéico e ativação das proteínas relacionadas à inibição ou crescimento muscular - 4EBP1 (4E binding protein), miostatina, mTOR, S6k (ribossomal S6 kinase), S6RP (S6 ribossomal protein), Smad 3, e TSC2 (tuberin). Os animais serão divididos em 4 grupos: Controle (C; sedentários), Overtraining em declive (OT1; submetidos ao protocolo de OT em declive), Overtraining sem inclinação (OT2; submetidos ao protocolo de OT sem inclinação) e Overtraining em aclive (OT3; submetidos ao protocolo de OT em aclive). Os camundongos serão avaliados diariamente quanto à variação do peso corporal e ingestão alimentar. O conteúdo das proteínas será avaliado nos músculos extensor digital longo e sóleo através da técnica de immunoblotting. Para a comparação entre os grupos será utilizada a análise de variância seguida de teste para comparação múltipla de médias. Será adotado o nível de significância de p 0.05. | |
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