| Processo: | 13/21159-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Carlos Roberto Bueno Júnior |
| Beneficiário: | Carlos Roberto Bueno Júnior |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Arnt Erik Tjonna ; Patricia Chakur Brum |
| Assunto(s): | Treinamento físico Treinamento aeróbio Consumo de oxigênio Síndrome metabólica Polimorfismo genético |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | consumo máximo de oxigênio | genética | Síndrome Metabólica | treinamento de resistência aeróbia | Genética aplicada à Educação Física |
Resumo
Estudos recentes têm demonstrado prevalência de síndrome metabólica (SM) no Brasil superior a 35% e o treinamento físico aeróbio (TFA) é importante no seu tratamento. Apesar da maioria dos profissionais recomendar 150 min de TFA em intensidade moderada por semana, especula-se que programas de TFA que envolvam intensidades altas possam resultar em maiores benefícios. Além disso, não há na literatura uma indicação clara de qual deve ser o intervalo de tempo mínimo de uma sessão de TFA satisfatória. Por fim, também é conhecido que a magnitude de benefícios gerada pelo TFA varia consideravelmente entre indivíduos, o que pode ser explicado por variações genéticas. Portanto, os objetivos deste estudo são avaliar em pacientes com SM parâmetros de saúde relacionados à doença e consumo máximo de oxigênio, analisando os efeitos de TFAs intervalados de alta intensidade com dois volumes diferentes versus TFA contínuo de intensidade moderada e de polimorfismos nos genes ECA, AGTR1, AKT1 e visfatina na magnitude de resposta aos três tipos de TFA. Homens e mulheres (30 anos ou mais) com SM serão randomizados e estratificados (idade e sexo) em três grupos: TFA intervalado três vezes por semana, 4 x 4 min (85% do consumo máximo de oxigênio); TFA intervalado três vezes por semana, 1 x 4 min (85% do consumo máximo de oxigênio); e TFA tradicional três vezes por semana (55% do consumo máximo de oxigênio, 47 min por sessão). O tamanho amostral será calculado a partir da análise da variabilidade de uma amostra piloto de tamanho n=10 para cada grupo. Os resultados do presente estudo podem fornecer elementos importantes para que características genéticas sejam consideradas na escolha do programa de TFA mais eficiente para cada paciente. (AU)
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