| Processo: | 13/22413-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Kil Sun Lee |
| Beneficiário: | Kil Sun Lee |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Hanna Karen Moreira Antunes ; Isaias Glezer |
| Assunto(s): | Envelhecimento da população Doenças neurodegenerativas Antioxidantes Proteínas PrPC Príons Peptídeos beta-amiloides |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | agregados protéicos | degradação proteica | Metabolismo de dopamina | Peptídio beta amilóide | Proteína Prion Celular | Sinalização glutamatérgica | Neurobiologia |
Resumo
O envelhecimento da sociedade moderna faz com que a prevalência de doenças neurodegenerativas aumente cada vez mais, porém ainda não há cura para essas doenças. O acúmulo de agregados proteicos é uma das características comuns de várias doenças neurodegenerativas e em maioria dos casos, esse acúmulo ocorre sem a presença de mutações no gene envolvido ou histórico familiar ou clínico que explique a manifestação da doença. Essas evidências corroboram com a visão de que certos metabólitos endógenos podem induzir a formação de agregados proteicos desencadeando sinais tóxicos às células. Portanto a identificação dessas vias metabólicas pode ajudar a elucidar os mecanismos de neurodegeneração. PrPC é uma proteína altamente expressa no sistema nervoso central e a alteração da sua conformação tem sido apontado como a principal causa da encefalopatia espongiforme transmissível, também conhecidas como doenças de prion. Além do seu envolvimento na patogênese, PrPC pode exercer funções antioxidantes reagindo diretamente com os radicais livres ou modular atividade sináptica interagindo com diversas moléculas como laminina ou mGluR5. Contudo, os dados da literatura permitem especular que o desbalanço de determinadas vias metabólicas (as quais geram os ligantes da PrPC) pode prejudicar a função benéfica da PrPC, resultando no acúmulo de agregados proteicos ou disfunção sináptica. Baseado nesta hipótese, este projeto visa investigar os efeitos deletérios das alterações nas propriedades bioquímica e funções da PrPC, induzidas por metabólitos oxidantes de dopamina e oligômeros beta amilóide. Considerando que a maioria das doenças neurodegenerativas ocorre de forma esporádica, este estudo pode ajudar a elucidar como o acúmulo de certos metabólitos pode causar morte neuronal e essas informações podem ser úteis na identificação de biomarcadores e alvos terapêuticos. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |