| Processo: | 13/23340-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Etnofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Claudia Helena Pellizzon |
| Beneficiário: | Claudia Helena Pellizzon |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Ariane Leite Rozza ; Carlos Alberto Hussni |
| Assunto(s): | Cicatrização Pele Monoterpenos Mentol Triterpenos Lupeol |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cicatrização | monoterpeno | pele | Triterpeno | Produtos de origem vegetal |
Resumo
A perda da integridade da pele devido a injúrias físicas, químicas ou térmicas resulta na formação de feridas. Em resposta a essas injúrias, inicia-se a cicatrização, um processo dinâmico que reestabelece a função e a integridade do tecido lesado. Tal processo é dividido em três fases sobrepostas: fase inflamatória, cujos principais eventos são a hemostasia e a inflamação, fase proliferativa, na qual há a formação do tecido de granulação, e fase de remodelamento da matriz extracelular. Os terpenos mentol e lupeol apresentam comprovado efeito anti-nociceptivo, anti-inflamatório e antimicrobiano, características importantes para um fármaco cicatrizante. O presente projeto tem por objetivos investigar o potencial cicatrizante do mentol e do lupeol, na forma de pomada, em feridas cutâneas em ratos e cavalos, elucidando seu mecanismo de ação cicatrizante. Para isso, ratos Wistar machos (n=7) serão randomicamente divididos em grupos experimentais: creme base (controle), colagenase (controle positivo), creme de mentol ou lupeol a 2.5%, 5% e 10%. Após anestesia, a ferida será induzida na região dorsal com o auxílio de um punch de 2 cm de diâmetro. Tais lesões serão tratadas e medidas com paquímetro digital uma vez por dia durante 3, 7 ou 21 dias (de acordo com as fases descritas na literatura). Após a eutanásia, a região da ferida será destinada a análises histológicas (contagem de células inflamatórias, escore inflamatório, deposição e morfologia das fibras colágenas), histomorfométricas (medida de altura do epitélio de regeneração, espessura da epiderme, derme e hipoderme) e imunohistoquímicas (fatores de crescimento epidermal e vascular endotelial, proliferação celular, apoptose e citoproteção), além de análises moleculares (qPCR e RT-PCR) para colágeno I e III e fatores de crescimento epidermal e transformante. O fígado dos ratos será destinado a análises de atividade antioxidante (glutationa, glutationas redutase e peroxidase, superóxido dismutase e mieloperoxidase) e o soro sanguíneo será destinado a análises de atividade anti-inflamatória (fator de necrose tumoral, interleucinas pró-inflamatórias IL-1² e IL-6 e anti-inflamatória IL-10). (AU)
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