| Processo: | 14/02638-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Pedro de Magalhães Padilha |
| Beneficiário: | Bruna Cavecci Mendonça |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estresse oxidativo Mercúrio (elemento químico) Peixes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esi-Ms | Estresse oxidativo | Gfaas | Metalômica em peixes | 2D-Page | Metalômica |
Resumo O peixe é importante fonte de proteínas de alto valor biológico, vitaminas e minerais. Porém, este alimento é também uma das principais vias de exposição humana a contaminantes tóxicos como o metilmercúrio (MeHg). Assim a sua acumulação no peixe pode predispor sérios riscos para a saúde humana. Os altos teores de mercúrio encontrados em solo, sedimentos, peixes e humanos na Amazônia brasileira têm sido estudados intensamente pela comunidade científica nas últimas décadas, procurando-se elucidar os mecanismos de toxicidade das espécies mercuriais. As espécies mercuriais ligam-se preferencialmente às metalotioneínas - proteínas de massa molar inferior a 10 kDa, que caracterizam-se por apresentar resíduos de aminoácidos com enxofre, como a cisteína. Isto pode significar que a fração biodisponível das espécies mercuriais nas diferentes espécies de peixes pode ser dependente da forma como estas estão ligadas às proteínas. Portanto esta proposta de trabalho busca otimizar: procedimentos eletroforéticos por 2D-PAGE para fracionamento e identificação de metalotioneínas responsáveis pelo transporte de mercúrio em amostras de tecido muscular e hepático de peixes coletados no reservatório do AHE JIRAU - Bacia do rio Madeira; método para determinação de mercúrio por GFAAS nos spots proteicos obtidos; avaliar estresse oxidativo dos peixes contaminados com mercúrio por meio das atividades das enzimas catalase (CAT), glutationa peroxidase (GSH-Px) e superóxido dismutase (SOD), bem como das concentrações de hidroperóxido de lipídio (HP); caracterização das metalotioneínas transportadoras de mercúrio por ESI-MS e finalmente a análise de expressão dessas proteínas procurando-se possível correlação com a incorporação do mercúrio nos organismos dos peixes. (AU) | |
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