| Processo: | 13/21297-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura |
| Pesquisador responsável: | Pedro de Magalhães Padilha |
| Beneficiário: | Pedro de Magalhães Padilha |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Luciana Francisco Fleuri ; Paulo dos Santos Roldan |
| Assunto(s): | Peixes Metalômica Mercúrio (elemento químico) Metalotioneína |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Afs | Esi Ms | Espécies mercuriais | Gfaas | Metalômica em peixes | Peixes da amazônia | 2D Page | Bioanalítica |
Resumo
O peixe é importante fonte de proteínas de alto valor biológico, vitaminas e minerais. Porém, este alimento é também uma das principais vias de exposição humana a contaminantes tóxicos como o metilmercúrio (MeHg). Assim, a sua acumulação no peixe pode predispor sérios riscos para a saúde humana. Os altos teores de mercúrio encontrados em solo, sedimentos, peixes e humanos na Amazônia brasileira têm sido estudado intensamente pela comunidade científica nas últimas décadas, procurando-se elucidar os mecanismos de toxicidade das espécies mercuriais. As espécies mercuriais ligam-se preferencialmente às metalotioneínas - proteínas de massa molar inferior a 10 kDa, que caracterizam-se por apresentar resíduos de aminoácidos com enxofre, como a cisteína. Isto pode significar que a fração biodisponível das espécies mercuriais nas diferentes espécies de peixes pode ser dependente da forma como estas estão ligadas às proteínas. Assim, esta proposta de trabalho busca otimizar: procedimentos eletroforéticos por 2D-PAGE para fracionamento e identificação de metalotioneínas responsáveis pelo transporte de mercúrio em amostras de peixes coletados no reservatório do AHE JIRAU - Bacia do rio Madeira; método para determinação de mercúrio por GFAAS ou CVAFS nos spots proteicos obtidos; metodologias para especiação de mercúrio nos extratos dos pellets proteicos obtidos nas amostras de tecido muscular e hepático; caracterização das metalotioneínas transportadoras de mercúrio por ESI-MS; e finalmente a análise de expressão dessas proteínas procurando-se possível correlação com a incorporação do mercúrio nos organismos dos peixes. (AU)
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