| Processo: | 14/07331-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Helmintologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Fernanda de Freitas Anibal |
| Beneficiário: | Fernanda de Freitas Anibal |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/01562-8 - Efeito da mentona e do mentol no modelo experimental da Esquistossomose murina, BP.TT |
| Assunto(s): | Esquistossomose Schistosoma mansoni Antiparasitários Mentha piperita Proteômica Genotoxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Efeitos genotóxico | Mentha piperita L | proteômica | Schistosoma mansoni | Tratamento de doenças parasitárias |
Resumo
A esquistossomose é uma doença parasitária causada por vermes sanguíneos do gênero Schistosoma e estima-se que mais de 249 milhões de pessoas são afetadas em todo o mundo. A quantidade limitada de drogas utilizadas para tratamento e o desenvolvimento de resistência aos anti-helmínticos existente, sugere prioridade no desenvolvimento de novas drogas. O modelo murino tem sido amplamente utilizado para estudar a imunopatologia da doença e o desenvolvimento de novos fármacos, já que eles apresentam muito das características da doença humana. A Mentha piperita L. conhecida popularmente como hortelã-pimenta, já teve seus efeitos antiparasitários demonstrados, porém sua ação sobre o S. mansoni é ainda desconhecida. O trabalho propõe o tratamento com o fitoterápico preparado a partir da Mentha piperita L, composto por mentol e mentona, em camundongos infectados com S. mansoni. Será utilizado o Ensaio Cometa para avaliação de possíveis efeitos genotóxicos em células hepáticas e esplênicas desses camundongos, assim como seu efeito sobre vermes adultos de S. mansoni durante a infecção. Além disso, será realizada análise proteômica pelo método eletroforese bidimensional e espectrometia de massas (MAS) para a avaliação de expressão de proteínas do parasito e avaliar quais as proteínas estão sofrendo modificações após esse tratamento. O trabalho tem como objetivo fornecer importantes informações sobre os efeitos biológicos da M. piperita no modelo murino da esquistossomose, permitindo o desenvolvimento de novas ferramentas para a terapia da esquistossomose. (AU)
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