| Processo: | 14/16900-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Classius de Oliveira |
| Beneficiário: | Gabriela Baroni Leite |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Hipertermia Epitélio seminífero Anura Eupemphix nattereri Leptodactylus fuscus Leiuperidae Melanócitos Espermatogênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anuros | espermatogênese | Hipertermia | Melanócito | Melanomacrófago | Histologia e fisiologia de células pigmentares e germinativas |
Resumo A temperatura influência aspectos fisiológicos e morfológicos em animais ectotérmicos. Entre eles, os anuros apresentam permeabilidade cutânea e ciclo de vida dependente do ambiente aquático e do terrestre, o que os tornam vulneráveis às alterações ambientais. Os anuros possuem um sistema pigmentar extra cutâneo, composto por melanócitos e melanomacrófagos, o qual responde à variação de temperatura, sugerindo um papel termoprotetor destas células. Além disso, mudanças na temperatura podem diminuir o desempenho reprodutivo desses animais, interferindo na espermatogênese e consequentemente no sucesso reprodutivo destes animais. Altas temperaturas podem ainda possuir efeitos genotóxicos, gerando micronúcleos em hemáceas, sendo utilizados como marcadores biológicos de danos genéticos decorrentes de alterações ambientais. Assim sendo, o projeto tem como objetivo avaliar os efeitos sistêmicos da alta temperatura em Eupemphix nattereri e Leptodactylus fuscus, buscando indícios sobre a função dos pigmentos e efeitos genotóxicos e nas células germinativas. Para isso serão utilizados 40 animais sendo 20 exemplares de cada espécie distribuídos em 4 grupos amostrais (n=5) sendo um grupo controle e os demais expostos a temperatura de 35,1°C em câmara B.O.D com fotoperíodo 12claro/12escuro durante 5, 10 e 15 dias. Posteriormente os animais serão anestesiados e amostras de sangue serão retiradas para análise de micronúcleo. Após este procedimento os animais serão eutanasiados e retirados fragmentos de fígado e testículos para análise de melanomacrófagos hepáticos, melanócitos testiculares e células germinativas. Com essas análises busca-se avaliar as respostas de diversos tecidos frente ao estresse térmico e assim elucidar possíveis impactos da alta temperatura em espécies nativas avaliando efeitos genotóxicos e sob aspectos metabólicos e reprodutivos. (AU) | |
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