| Processo: | 14/17764-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Francisco Chiaravalloti Neto |
| Beneficiário: | Francisco Chiaravalloti Neto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Caris Maroni Nunes ; Cláudia Torres Codeço ; Lilian Aparecida Colebrusco Rodas ; Margareth Regina Dibo ; Marluci Monteiro Guirado ; Rossana Verónica Mendoza López ; Vera Lucia Fonseca de Camargo Neves |
| Assunto(s): | Controle de doenças transmissíveis Leishmaniose visceral animal Análise espacial Avaliação de custo-efetividade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise de custo-efetividade | Análise Espacial | leishmaniose visceral zoonótica | Modelos Dinâmicos | Doenças cujos agentes são transmitidos por vetores |
Resumo
A leishmaniose visceral é a forma clínica mais grave das leishmanioses e é considerada uma doença emergente pela Organização Mundial de Saúde. No estado de São Paulo, o primeiro caso autóctone da doença foi detectado em 1998, da mesma forma que ocorre em todo o Brasil desde década de 1980, a leishmaniose visceral tem-se expandido para áreas urbanas de outros municípios, constituindo um grave problema de saúde pública. Estudos têm relacionado a expansão do vetor com a construção de rodovias e ferrovias e há indicações de que a incidência da doença humana esteja associada à ocorrência de casos caninos. Em vista disso, uma das estratégias de controle da doença é a eliminação de cães com diagnósticos positivos para infecção. Contudo, apesar dos esforços de controle, a incidência da doença se mantém elevada no Brasil. Nesse contexto, pretende-se investigar a associação entre a expansão do vetor e da doença com as rodovias e ferrovias do estado de São Paulo e com a construção do Gasoduto Bolívia-Brasil, no período de 1997 a 2013; A partir de dados de um inquérito sorológico e experimentos de captura-marcação-recaptura, nas populações de cães, respectivamente, domiciliados e comunitários, adaptar modelos da dinâmica de transmissão da doença canina a fim de apontar as diferenças socio-epidemiológicas nas aplicações das ações de controle entre os municípios de Araçatuba e Birigui; E através de análises de custo-efetividade, associadas aos modelos dinâmicos, verificar o melhor esforço de controle com o menor custo possível. (AU)
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