| Processo: | 15/00074-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Couto Davel |
| Beneficiário: | Nathalia Santos da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Análise molecular Análise funcional Receptores adrenérgicos Vascularização em animal Camundongos Obesidade Dieta hiperlipídica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dieta hiperlipídica | disfunçao endotelial | Hiperatividade simpática | obesidade | propranolol | resistência a insulina | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo A obesidade é uma epidemia mundial frequentemente associada ao Diabetes mellitus tipo II (DM2) e a Doenças Cardiovasculares (DCV), com diminuição da qualidade e da expectativa de vida. A obesidade está associada à hiperinsulinemia e à resistência à ação da insulina, além de elevada secreção de glucagon e ativação do sistema nervoso simpático. Fisiologicamente, a insulina tem papel na homeostase vascular e estimula a produção de Óxido Nítrico (NO) nas células endoteliais ao se ligar ao receptor tipo tirosina kinase, o que ativa fosfatidilinositol 3-kinase (PI3K) e proteínakinase B (Akt), o que estimula a atividade da NO sintase endotelial (eNOS). Porém, o quadro de hiperinsulinemia e resistência à insulina causam prejuízo da ação vasodilatadora da insulina e contribuem para a disfunção endotelial e aumento do tônus vascular. A hiperatividade simpática é um importante fator de risco para DCV sendo os antagonistas dos receptores ²-adrenérgicos (²-AR) utilizados na clínica para tratamento da insuficiência cardíaca e hipertensão arterial. Dados do nosso grupo de pesquisa demonstram que a hiperativação ²-AR aumenta a produção de Espécies Reativas do Oxigênio (ROS) e de citocinas pró-inflamatórias em aorta, o que reduz a biodisponibilidade do NO e por este mecanismo aumenta a resposta contrátil vascular. Neste trabalho levantamos a hipótese de que o bloqueio da atividade ²-AR proporcionaria efeitos benéficos na vasculatura de camundongos com obesidade induzida por dieta hiperlipídica, melhorando a função endotelial, a produção de ROS e mediadores inflamatórios, e a sinalização da insulina e do glucagon. (AU) | |
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