| Processo: | 15/06708-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Todorovic Fabro |
| Beneficiário: | Heloísa Resende Cruvinel |
| Instituição Sede: | Hospital das Clínicas. Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Pneumopatias Fisiopatologia Hipertensão pulmonar Insuficiência cardíaca Biomarcadores MicroRNAs Técnicas de diagnóstico molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Hipertensão pulmonar | MicroRNA circulantes | Patologia Molecular | tromboembolismo pulmonar | Patologia Pulmonar |
Resumo A Hipertensão Arterial Pulmonar Tromboembólica Crônica (CTEPH) é causada por uma obstrução trombótica organizante provocando um remodelamento vascular, aumento da resistência vascular periférica e consequente progressiva hipertensão arterial pulmonar e insuficiência cardíaca direita, podendo se associar a uma mortalidade em 3 anos de 90%. Concomitantemente, há obstrução de pequenas artérias pulmonares elásticas subsegmentares e musculares distais, relacionadas a disfunção endotelial e hipoperfusão/hipóxia. Todos esses processos fisiopatológicos são suscitados pelas alteradas vias de sinalização molecular relacionadas a progressão da disfunção vascular envolvendo a alteração dinâmica da expressão gênica e sua composição de proteínas. O controle pós-transcricional pode ser induzido pelos microRNAs, os quais agem como repressores endógenos da atividade transcricional por silenciamento gênico através da degradação do RNA com bloqueio da tradução. Essa função regulatória tem se mostrado crítica para diversos processos biológicos como proliferação celular, apoptose, angiogênese, fibrogênese e diferenciação celular. No entretanto, alguns microRNAs são ativamente liberados para a circulação sanguínea em resposta a estímulos biológicos ou derivados de células mortas, sendo chamados de microRNAs circulantes. Eles mostram alto potencial como biomarcador diagnóstico e prognóstico da CTEPH. Nossa proposta é sequenciar os microRNAs circulantes plasmáticos para identificá-los e correlacioná-los com o diagnóstico e a evolução da doença. | |
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