| Processo: | 15/15832-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Marcela Sorelli Carneiro Ramos |
| Beneficiário: | Frayli Maltoni Fratoni |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sistema imune Cardiomegalia Apoptose Lesão renal aguda Insuficiência renal crônica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apoptose | Hipertrofia cardíaca | Lesão Renal Isquêmica | Sistema Imunológico | Fisiologia do Tecido Cardíaco |
Resumo O sistema imunológico apresenta interface com diversos outros sistemas e tecidos do organismo, como por exemplo, o tecido cardíaco. Esse sistema atua de diversas formas, sobretudo através da produção e liberação de citocinas pró e anti inflamatórias, capazes de exercerem uma gama de efeitos biológicos relacionados a proliferação e sobrevivência celular. Uma das patologias responsáveis pela maciça produção de citocinas circulantes é a Insuficiência Renal Aguda (IRA) ou Crônica (IRC). Quando presente, a insuficiência renal ocasiona a liberação de diversas citocinas, as quais podem agir localmente e/ou migrar para outras regiões e órgãos como, por exemplo, o coração, modulando trofismo e componentes de matriz extracelular. Um trabalho prévio do laboratório demonstrou que o quadro inflamatório sistêmico induzido por isquemia/reperfusão renal é capaz de promover hipertrofia cardíaca após 15 dias de reperfusão e, ainda, os receptores TLR 2 e 4 são fundamentais para que o processo hipertrófico aconteça. O remodelamento cardíaco que ocorre durante o desenvolvimento da hipertrofia cardíaca compreende, de um modo geral, um balanço entre a síntese de novos componentes celulares (miofibrilas) e a degradação ou apoptose das células cardíacas. Diante do exposto, o presente projeto objetiva elucidar se há a ativação de vias apoptóticas no modelo de hipertrofia cardíaca induzida por isquemia/reperfusão renal. Para tanto, será utilizado o modelo experimental de hipertrofia cardíaca induzida via isquemia/reperfusão renal já estabelecido e caracterizado em nosso laboratório. Será avaliado a expressão de componentes de vias apoptóticas como por exemplo, caspases 3 e 9, Bcl-2, Bax, AIF, com posterior ensaio de TUNEL para avaliação da presença de células apoptóticas no coração hipertrofiado. | |
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