| Processo: | 15/18900-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Carnier Dornelas |
| Beneficiário: | Marcelo Carnier Dornelas |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Passiflora Desenvolvimento Expressão gênica Evolução |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | desenvolvimento | Evolução | expressão gênica | flor | Gavinha | Passiflora | Desenvolvimento Reprodutivo Vegetal |
Resumo
Uma importante questão em biologia vegetal é como novidades morfológicas foram produzidas durante a evolução. O gênero Passiflora possui exemplos de plantas que produzem estruturas complexas cujas origens ainda não foram elucidadas, como os filamentos da corona na flor e as gavinhas, que crescem na axila das folhas ao lado de um botão floral. Plantas de Passiflora edulis na fase adulta constantemente produzem botões florais. O meristema axilar subdivide-se em dois domos: um que origina a gavinha e outro que origina o meristema floral. Um meristema axilar acessório é formado na entre o complexo botão floral-gavinha e o caule, que corresponde à gema axilar vegetativa. A ontogênese e a disposição destas estruturas levaram autores a considerar a gavinha em Passiflora como parte do eixo primário de uma inflorescência reduzida, mas os mecanismos moleculares que definem estas estruturas de origem comum, mas com identidades totalmente diversas, não estão definidos. Similarmente, muito debate ainda há na literature com relação à origem dos filamentos da corona floral em Passiflora. Sugeriu-se que estes possam ser estames ou pétalas modificadas, bem como órgãos sui generis. A nossa hipótese é de que mecanismos moleculares conservados, envolvidos na modulação da atividade meristemática, ou na indução de atividade meristemática de novo, podem ter um papel importante na origem das gavinhas e da corona. Com o uso de ferramentas apropriadas ao estudo do desenvolvimento, que incluem microscopia óptica e eletrônica, associadas a técnicas de análise transcritômica e de expressão gênica, objetivamos desvendar os mecanismos celulares e moleculares responsáveis pela determinação da identidade e da ontogênese de órgãos que representam importantes novidades evolutivas em plantas. (AU)
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