| Processo: | 15/23176-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Bruno Gualano |
| Beneficiário: | Guilherme de Carvalho Yamaguchi |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nutrição esportiva beta-Alanina Cinética Carnosina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Beta-Alanina | Carnosina | Cinética | suplementação | Tempo | Washout | Nutrição Esportiva |
Resumo A suplementação de beta-alanina pode aumentar as concentrações intramusculares de carnosina. O tamponamento do pH é a função mais bem atribuída à carnosina. Assim, o aumento da carnosina poderia aumentar a capacidade tamponante intramuscular, potencialmente postergando a fadiga muscular e a queda do desempenho durante exercícios de alta intensidade. Estudos iniciais sobre o washout da carnosina após a suplementação de beta-alanina indicam que tal processo é lento, podendo levar de 6 a 20 semanas. Entretanto, a literatura ainda carece de estudos que confirmem a cinética de washout utilizando-se de método padrão-ouro para quantificação da carnosina muscular. Especula-se que a taxa de degradação da carnosina pode estar positivamente relacionada ao próprio conteúdo, de forma que o conteúdo de carnosina muscular influencie a sua taxa de degradação. Assim, poder-se-ia esperar maior taxa de decaimento no início do washout, e menor taxa ao longo do tempo. Neste estudo, avaliaremos a cinética de washout de carnosina muscular após um período de suplementação de beta-alanina. Também será objetivo deste estudo avaliar a eficácia da suplementação na melhora do desempenho em exercícios de alta intensidade. Serão recrutados aproximadamente 30 homens jovens, saudáveis, fisicamente ativos, não vegetarianos. O estudo adotará um desenho randomizado, duplo-cego, controlado por placebo. Os participantes serão aleatoriamente alocados aos grupos beta-alanina ou placebo. O grupo ²-alanina (n=20) receberá 6,4 g/d de beta-alanina fornecida em tabletes de liberação lenta (NAI, USA) durante 8 semanas; o grupo placebo (n=10) receberá a mesma quantidade de dextrose pelo mesmo período. Amostras do músculo vasto lateral serão colhidas por meio de biópsia muscular, que serão realizadas antes e após as 8 semanas de suplementação, bem como 1, 2, 4, 8, 12 e 16 semanas após o término do período de suplementação. Adicionalmente, um teste de tolerância ao esforço de alta intensidade (realizado em cicloergômetro a 110% da potência máxima previamente determinada) será aplicado antes e após o período de suplementação, assim como 4, 8, 12 e 16 semanas após o término da suplementação. O consumo alimentar será avaliado nas semanas que antecedem cada uma das biópsias musculares, por meio de recordatórios alimentares. Os dados serão analisados por meio de modelos mistos com ajuste de Tukey-Kramer para comparações múltiplas e análises de contraste de grau de liberdade único para comparações específicas. O nível de significância adotado para rejeitar a hipótese nula será de p < 0,05. Todas as análises serão realizadas no programa SAS®. (AU) | |
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