| Processo: | 15/26055-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Helio Langoni |
| Beneficiário: | Felipe Morales Dalanezi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/21066-0 - Influência dos patógenos causadores de mastite clínica nos marcadores locais de inflamação e eficiência reprodutiva em vacas de leite, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Bactérias Glândulas mamárias Reprodução Bovinos Saúde pública |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bactérias | bovinos | Glândula mamária | Reprodução | Saúde Pública |
Resumo A mastite é uma enfermidade da glândula mamária, resultado da infecção da mesma por agente patogênicos como bactérias, vírus, fungos e algas. As bactérias são os principais causadores da mastite. Quanto ao patógeno causador da mastite esses podem ser classificados em contagiosos e ambientais. Cada um apresentando características e formas de combate distintos. A enfermidade é responsável por grandes perdas econômicas na bovinocultura de leite. Para que o produtor leiteiro consiga lucrar com tal atividade, é necessário que os prejuízos sejam minimizados. A reprodução de vacas de leite é outro fator importante em uma propriedade comercial, e a queda nos índices reprodutivos acentuam os prejuízos do produtor. Quando associados os dois fatores, reprodução e mastite, as perda econômicas com tratamento dos animais doentes e com hormônios e doses de sêmen aumentam exponencialmente. Alguns experimentos foram realizados com a finalidade de tentar provar e entender como a enfermidade das mamas atua na queda da reprodução bovina. Animais com mastite clínica ou sub-clínica apresentam menor taxa de concepção, aumento do intervalo entre o parto e a primeira inseminação, maior taxa de perda gestacional, além de diminuir a liberação e a concentração sanguínea de hormônios reprodutivos. O patógeno responsável pela infecção da glândula mamária também é um fator que leva a decréscimos reprodutivos. Bactérias Gram negativas como E. coli levam a uma queda de 32% nos parâmetros reprodutivos. | |
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