| Processo: | 16/01628-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Jorge Alberto Marques Rezende |
| Beneficiário: | Gabriel Madoglio Favara |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/51771-4 - Begomovírus e Crinivirus em Solanaceas: epidemiologia molecular e estratégias, AP.TEM |
| Assunto(s): | Virologia Crinivirus Begomovirus Coinfecção Bemisia tabaci Tomate |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Begomovirus | Bemisia tabaci | crinivirus | Período de latência | Virologia Vegetal |
Resumo Tomato chlorosis virus (ToCV), família Closteroviridae, gênero Crinivirus, e Tomato severe rugose virus (ToSRV), família Geminiviridae, gênero Begomovirus, são dois vírus que atualmente comprometem a produção de tomate (Solanum lycopersicum) no Brasil. O ToCV e o ToSRV possuem o mesmo vetor, a mosca-branca Bemisia tabaci biótipo B, um inseto polífago e amplamente disseminado por todo país. Por este fato, infecções mistas destes vírus em lavouras de tomateiro estão se tornando cada vez mais frequentes. No entanto, pouco se sabe a respeito dos efeitos sinergísticos ou antagônicos desses vírus nas plantas duplamente infectadas, as alterações provocadas em parâmetros epidemiológicos importantes, como, por exemplo, o período de latência, o momento em que a planta se torna fonte de vírus para o vetor, os efeitos sobre a intensidade dos sintomas, bem como os danos ocasionados na produção. Neste trabalho pretende-se determinar o período de latência do ToSRV e ToCV em infecções simples e mista em tomateiro, em função da idade da planta na época da inoculação e também verificar o momento em que o tomateiro infectado pelo ToSRV e ToCV, separadamente ou em conjunto, se torna propício para aquisição do(s) vírus por B. tabaci biótipo B. Os resultados obtidos neste projeto fornecerão informações importantes do ponto de vista epidemiológico e poderão ser utilizados na elaboração de medidas de manejo que busquem minimizar os impactos provocados por estas fitoviroses na tomaticultura. (AU) | |
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