| Processo: | 16/08831-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Recursos Pesqueiros de Águas Interiores |
| Pesquisador responsável: | Edson Aparecido Adriano |
| Beneficiário: | Juliana Naldoni |
| Supervisor: | Beth Okamura |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Natural History Museum, London, Inglaterra |
| Vinculado à bolsa: | 14/22700-7 - Sistemática e interação parasito-hospedeiro de mixosporídeos parasitos de peixes da família Pimelodidae da Bacia Amazônica, BP.PD |
| Assunto(s): | Salmoniformes Characiformes Cypriniformes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | characiformes | Cypriniformes | Malacosporea | Salmoniformes | Sequencing | Ultrastructure | Parasitos de peixes |
Resumo Myxozoários são endoparasitos comuns em peixes, com ampla distribuição e complexos ciclos de vida, infectando hospedeiros vertebrados e invertebrados. Existem duas classes: Myxosporea e Malacosporea. Até o momento foram descritos cerca de 2.200 espécies de mixosporídeos. No entanto, para Malacosporea há evidência de apenas 11 espécies, das quais somente quatro foram descritas. A América do Sul possui a maior diversidade de espécies de peixes continentais e estudos recentes no Brasil começaram a revelar uma diversidade de myxozoários parasitas de peixes comercialmente importantes e os efeitos das infecções em seus hospedeiros. Contudo, estes estudos são focados em myxozoários da classe myxosporea. A proposta é resolver este desequilíbrio para obter informações sobre malacosporea, que deve estar presente no Brasil e potencialmente causar problemas. O objetivo específico do estudo proposto é examinar a diversidade e o desenvolvimento de malacosporea infectando salmonídeos introduzidos (Oncorhynchus mykiss) e characiformes nativos (Colossoma macropomum e Piaractus mesopotamicus) de pisciculturas brasileiras e salmonídeos (Oncorhynchus mykiss e Salmo trutta) e ciprinídeos (peixinhos) da Europa. A diversidade e o desenvolvimento de Malacosporea serão caracterizados por dados de sequenciamento do DNA e detalhamento ultra-estrutural. (AU) | |
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