| Processo: | 16/09038-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 21 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 02 de outubro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Márcio Silva Araújo |
| Beneficiário: | Raul Costa Pereira |
| Supervisor: | Volker Rudolf |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Rice University, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 14/20924-5 - Revisitando o paradoxo da diversidade: a variação ecológica intraespecífica facilita a coexistência de espécies?, BP.DR |
| Assunto(s): | Ontogenia Competição Ecologia de comunidades |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ciclos de vida complexos | Competição | ecologia isotopica | especialização individual | Ontogenia | variaçao de nicho | Ecologia de comunidades |
Resumo Entender como espécies similares coexistem na natureza é uma questão que tem intrigado ecólogos por mais de meio século. Recentemente, esse campo tem recebido importantes contribuições teóricas, com destaque para a ideia de que não apenas diferenças de nicho determinam a coexistência de espécies, mas também a magnitude das dissimilaridades médias de fitness. Entretanto, a teoria moderna de coexistência continua negligenciando a diversidade ecológica intraespecífica, que é um padrão ubíquo na natureza. Em particular, duas escalas de diversidade intraespecífica são reconhecidas com grande potencial para impactar nas teorias de ecologia de comunidades: variações ontogenéticas e interindividuais de nicho. Nesse projeto nosso objetivo é entender como variações ecológicas intraespecíficas (nas escalas ontogenéticas e interindividual) podem afetar a coexistência de espécies e a montagem de comunidades. De modo geral, nós estudaremos: i) em qual estágio ontogenético (larvas ou adultos) os efeitos estabilizadores necessários para a coexistência atuam mais intensamente?; ii) como a hierarquia de diferenças de fitness entre espécies competidoras pode afetar o grau de variação ecológica intraespecífica?; iii) considerando a ação de filtros internos e externos, como as comunidades são montadas na escala de indivíduos? Para investigar essas questões, nós usaremos dados observacionais de comunidades de rãs e girinos, bem como modelagem matemática. Nós esperamos que nossos resultados avancem a teoria de comunidades por esclarecerem como variações intraespecíficas de nicho podem impactar nas dinâmicas de competição intra e interespecífica e, consequentemente, na coexistência de espécies e montagem de comunidades naturais. | |
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