| Processo: | 16/14461-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Couto Davel |
| Beneficiário: | Daniele Mendes Guizoni |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07607-8 - CMPO - Centro Multidisciplinar de Pesquisa em Obesidade e Doenças Associadas, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Fisiologia cardiovascular Fisiologia endócrina Células endoteliais Taurina Restrição proteica Desnutrição proteica Sulfeto de hidrogênio Óxido nítrico Vasodilatação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | celula endotelial | desnutrição protéica | Ilhota pancreática | Pericito | Sulfeto de Hidrogenio | Vasodilatação | Fisiologia Cardiovascular e Endócrina |
Resumo A deficiência nutricional é um problema de saúde pública que acomete principalmente crianças de países em desenvolvimento. A desnutrição durante o desenvolvimento e maturação favorece o aparecimento de desordens metabólicas e cardiovasculares associadas à disfunção endotelial como hipertensão arterial e o Diabetes Tipo 2. Nesse contexto, a taurina, aminoácido com ação insulinotrópica, vasodilatadora e antioxidante, pode constituir um importante coadjuvante terapêutico. Embora evidências ressaltem a relevância desse aminoácido como potencial regulador endócrino e cardiovascular, ainda restam questionamentos acerca dos mecanismos pelos quais sua ação ocorre. O objetivo deste projeto é esclarecer os mecanismos associados aos efeitos endoteliais da taurina frente à restrição proteica. Para tanto duas abordagens metodológicas serão utilizadas: 1) modelo in vitro: células endoteliais submetidas à restrição de aminoácidos; 2) modelo in vivo: camundongos submetidos à dieta de restrição proteica pós-desmame por 3 meses. Nas células endoteliais submetidas à restrição de aminoácidos será avaliado o efeito da exposição in vitro à taurina sobre a produção do fator vasodilatador e anti-agregante plaquetário óxido nítrico (NO), e a sinalização celular envolvida. Os animais submetidos à restrição proteica pós-desmame serão concomitantemente tratados ou não com taurina na água de beber. Ao final de 3 meses avaliar-se-á a pressão arterial sistólica por pletismografia de cauda e a função vasodilatadora dependente e independente do endotélio, assim como a produção de NO em artérias mesentéricas de resistência e artérias intralobulares pancreáticas. Assim, pretende-se elucidar os mecanismos envolvidos nos efeitos endoteliais da taurina e sua implicância na regulação da pressão arterial e no controle do tônus vascular e fluxo sanguíneo em diferentes leitos vasculares, incluindo as ilhotas pancreáticas. (AU) | |
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