Resumo
A deficiência nutricional durante o desenvolvimento e maturação favorece o aparecimento de desordens metabólicas e cardiovasculares como a hipertensão arterial e resistência a insulina. Nesse contexto, aminoácidos com ação insulinotrópica podem constituir coadjuvantes terapêuticos. Atualmente nosso grupo investiga os efeitos da depleção in vitro de aminoácidos sobre a secreção e ação da insulina. Até o momento observamos que a depleção global de aminoácidos reduz a secreção de insulina de maneira semelhante ao observado no modelo animal de desnutrição proteica. No entanto, o papel individual de diferentes aminoácidos sobre o controle da secreção e ação da insulina ainda não foi estabelecido nesse modelo. A taurina é um aminoácido sintetizado a partir do metabolismo da cisteína que está envolvido em processos como manutenção do volume celular e regulação do fluxo de íons de Ca2+. Dentre os aminoácidos com potencial insulinotrópico e insulinomimético, a taurina destaca-se como um proeminente regulador da homeostase metabólica e cardiovascular. Embora as evidências ressaltem a relevância desse aminoácido, ainda restam questionamentos acerca dos mecanismos pelos quais sua ação ocorre. Portanto, essa proposta pretende estender o conhecimento acerca dos mecanismos subjacentes aos efeitos insulinotrópicos, insulinomiméticos e endoteliais da taurina. Para tanto lançaremos mão de modelos celulares e animais de restrição proteica para o estudo da secreção e ação da insulina, glucagon e somatostatina com foco nas oscilações dinâmicas de Ca2+, ATP, NAD(P)H e potencial de membrana (Èm) em ilhotas pancreáticas, hepatócitos, miotúbulos e células endoteliais submetidas a um protocolo in vitro de restrição nutricional. (AU)
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