| Processo: | 16/14506-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Walter Colli |
| Beneficiário: | Walter Colli |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Edecio Cunha Neto ; Ester Cerdeira Sabino ; Maria Julia Manso Alves ; Ricardo Jose Giordano |
| Assunto(s): | Doença de Chagas Resposta humoral Parasitologia Trypanosoma cruzi Phage display |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença de Chagas | Genome Shotgun | phage display | resposta humoral | Trypanosoma cruzi | Parasitologia |
Resumo
A Doença de Chagas é um problema crônico de saúde no Brasil, na América Latina e, mais recentemente, por causa do aumento da migração, no Mundo. Calcula-se que 200 mil pessoas irão morrer por esta Doença nos próximos cinco anos. Como não há vacinas e os medicamentos existentes são pouco eficazes e muito tóxicos, é essencial que novas alternativas terapêuticas e diagnósticas sejam desenvolvidas. A principal causa de morte é a cardiopatia Chagásica, que se desenvolve em aproximadamente um terço dos indivíduos infectados. Os motivos pelos quais o restante permanece na chamada fase indeterminada, enquanto outros evoluem para as manifestações clínicas da Doença, ainda não são bem compreendidos. Em virtude da aparente ausência de parasitas no tecido cardíaco e a presença de auto anticorpos, acredita-se que a Doença de Chagas tenha componentes de autoimunidade. Porém, técnicas mais sensíveis têm demonstrado que, mesmo em baixíssimo número, os parasitas ainda estão presentes nas lesões, o que dispara reações inflamatórias que contribuem para a gradual destruição do tecido cardíaco. Os mecanismos deste processo ainda não estão esclarecidos. Para ajudar a entender a participação do sistema imune na doença, com ênfase na resposta humoral, procuraremos explorar o repertório imunogênico do T. cruzi com metodologias combinatórias. Utilizando a plataforma do phage display genome shotgun, vamos mapear o repertório antigênico de pacientes chagásicos nos diferentes estágios da doença. Nossa expectativa é que, ao longo de nossos estudos, novos antígenos sejam identificados e validados experimentalmente, o que deverá auxiliar no desenvolvimento de novas metodologias diagnósticas e terapêuticas para a Doença de Chagas. (AU)
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