| Processo: | 16/16840-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Maria Notomi Sato |
| Beneficiário: | Maria Notomi Sato |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Vírus Zika Aedes aegypti Imunidade inata Trofoblastos Exossomos Monócitos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Exossomas | Fatores Antivirais | monócitos | trofoblastos | Zika vírus | Imunidade Inata |
Resumo
Zika Vírus (ZKV) é um flavivírus emergente, transmitido por mosquitos do gênero Aedes, capaz de causar uma infecção primária semelhante à dengue, mas com reconhecido potencial teratogênico, particularmente de microcefalia fetal. Apesar da capacidade do ZKV em infectar diferentes tipos celulares, como células epiteliais, progenitores neuronais e células da interface materno-fetal, indica que a infecção possui um caráter sistêmico, ainda pouco se conhece sobre as vias de disseminação assim como o perfil de resposta imune antiviral. Neste sentido, células imunes, como monócitos, podem exercer papel relevante tanto na deflagração da resposta inflamatória, quanto no transporte do vírus para diferentes sítios anatômicos. Porém, além da importância das células na patogênese das infecções virais, tem recebido reconhecimento crescente o papel de elementos subcelulares - tais como os exossomos - na regulação da resposta imune do hospedeiro. Além de carrearem fatores antivirais, exossomos também podem albergar elementos virais, podendo exercer um papel dúbio na infecção - uma hipótese particularmente crítica na interface materno-fetal. Portanto, dada a grande relevância dos monócitos e trofoblastos nas infecções virais congênitas, nosso trabalho irá investigar como se dá o diálogo entre estas células e o ZKV sob o prisma dos fatores antivirais e dos exossomas. Investigaremos como os monócitos e trofoblastos respondem ao flavivírus em relação aos receptores de entrada, às vias de sinalização antivirais deflagradas e a produção de fatores inflamatórios e quimiotáticos; e traçaremos o perfil proteômico dos exossomas produzidos na resposta ao vírus. Nossos resultados enriquecerão a conhecimento sobre a patogênese da infecção pelo ZKV, podendo contribuir na identificação de novos alvos terapêuticos e de diagnóstico. (AU)
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