| Processo: | 16/24994-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Celular |
| Pesquisador responsável: | Davi José de Almeida Moraes |
| Beneficiário: | Alan Andrade de Britto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/10484-5 - Caracterização eletrofisiológica e molecular dos neurônios envolvidos na geração do ritmo e do padrão respiratório de ratos durante o desenvolvimento pós-natal, AP.JP |
| Assunto(s): | Dor facial Células quimiorreceptoras Expiração Dióxido de carbono Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comportamento orofaciais e nasofaciais | Expiração ativa | Grupo Respiratório Parafacial | Motoneurônios | Eletrofisiologia celular |
Resumo A expiração é um processo passivo, isto é, a atividade dos músculos abdominais nessa fase do ciclo respiratório é pouco expressiva. Entretanto, em circunstâncias de desafios metabólicos, como em condições de redução da pressão parcial de O2 (ativação dos quimiorreceptores periféricos) ou de aumento da pressão parcial de CO2 (ativação dos quimiorreceptores centrais) no sague arterial, a expiração passa a ser ativa ou forçada, resultando em grande aumento da atividade contrátil dos músculos abdominais. A expiração ativa em ratos parece ser mediada por neurônios do Grupo Respiratório parafacial (pFRG) denominados de late-expiratory (late-E), situados principalmente adjacentes à porção ventrolateral do núcleo facial no tronco cerebral. Expirar ativamente, contudo, exige mais do que simplesmente promover a atividade contrátil dos músculos expiratórios, é preciso também produzir a contração dos músculos intrínsecos da laringe, de músculos faciais responsáveis por movimentar as narinas e de músculos que controlam a abertura e o fechamento da mandíbula para regular a resistência das vias aéreas e a passagem do ar através delas. A partir disso, a hipótese deste projeto é de que os neurônios do pFRG se projetam para os motoneurônios do núcleo motor do trigêmeo e do núcleo facial para controlar, respectivamente, comportamentos motores orofaciais e nasofaciais de ratos em resposta à ativação dos quimiorreceptores periféricos e centrais. Para testá-la, realizaremos registros eletrofisiológicos de nervos motores (ramos bucal e zigomático do nervo facial; ramo milo-hioideo do nervo trigêmeo) envolvidos nos comportamentos motores orofaciais e nasofaciais, bem como dos motoneurônios do núcleo motor do trigêmeo e do núcleo facial em preparações in situ de ratos durante a ativação dos quimiorreceptores centrais e periféricos, bem como em resposta à ativação e inibição dos neurônios do pFRG. Também empregaremos vetores virais para análise das vias neurais que participam da modulação respiratória dos comportamentos orofaciais e nasofaciais. Portanto, os resultados a serem obtidos com esse projeto poderão trazer informações importantes acerca da modulação respiratória, e dos substratos neurais subjacentes, dos comportamentos motores nasofaciais e orofaciais de ratos. | |
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