| Processo: | 17/00839-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica |
| Pesquisador responsável: | Rose Maria Carlos |
| Beneficiário: | Rose Maria Carlos |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Manoel de Arcisio Miranda Filho |
| Assunto(s): | Doença de Alzheimer Fotoquímica Biofísica Fotoquímica inorgânica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biofísica | Doença de Alzheimer | Fotoquímica Inorgânica | imagens luminescentes | Peptídeo Beta Amilóide | Fotoquimica |
Resumo
Os oligômeros tóxicos do peptídeo b-amiloide (bA) gerados nos estágios iniciais de agregação são os principais responsáveis pela perda sináptica no SNC causando alterações cognitivas que são à base da doença de Alzheimer (DA). Devido a sua instabilidade e heterogeneidade estrutural, informações sobre estrutura, mecanismo de formação e efeitos fisiológicos dos oligômeros bA não estão elucidados. Por isso o interesse em estratégias que auxiliem na elucidação estrutural e em terapias que tem como alvo as espécies oligoméricas tóxicas do bA. Estudos recentes dos nossos laboratórios mostraram que complexos luminescentes de Ru(II), preparados por nós, são sondas luminescentes sensíveis as espécies oligoméricas do bA. A seletividade e reconhecimento molecular destes complexos pelas espécies oligoméricas, nos motivaram a ampliar nossos estudos e investigar a relação entre a estrutura e a toxicidade dos oligômeros do bA. Neste projeto pretendemos investigar em tempo real o processo de agregação de uma série de fragmentos de bA usando complexos de Ru(II) identificando as espécies oligoméricas por microscopia de fluorescência confocal, que já vinhamos trabalhando, combinada à microscopia eletrônica transmissão, ao dicroísmo circular, e à espectroscopia de raio-X. Os oligômeros tóxicos e a inibição do crescimento destes oligômeros para as formas poliméricas de maior ordem e fibrilas maduras e/ou a dissolução destas espécies serão identificados pela incubação dos oligômeros na ausência e presença do complexo de Ru(II) com células neurais do hipocampo seguido de ensaios de viabilidade. (AU)
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