| Processo: | 17/01212-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Vanessa Soares Lara |
| Beneficiário: | Marcela Rodrigues de Camargo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07245-9 - Investigação do papel das células-tronco de câncer e do microambiente no processo de transição epitélio-mesenquimal, invasão e metástase do carcinoma epidermóide de boca, AP.JP |
| Assunto(s): | Patologia bucal Carcinoma de células escamosas Quimiorresistência Células-tronco neoplásicas Fluoruracila |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Carcinoma Espínocelular | células tronco tumorais | Ganoderma lucidum | quimiorresistência | 5-fluorouracil | Patologia Oral |
Resumo No Brasil, cerca de 15.490 novos casos de carcinoma espinocelular de cabeça e pescoço (HNSCC) estão previstos para o biênio 2016/2017. Em 2012, mesmo com o tratamento de primeira linha, dos mais de 40 mil casos estudados, cerca de 50% foram previstos para ter recorrência ou metástase, com uma sobrevida global média de cerca de 10 meses, sendo este câncer, considerado um problema de saúde pública em todo o mundo. Recentemente, a subpopulação denominada como células iniciadoras tumorais ou células-tronco tumorais (CSC), vem sendo apontada como um dos principais responsáveis pela falha do tratamento, recorrência e metástases. Acredita-se também que, além de serem responsáveis pelas metástases e recidivas na maioria dos pacientes, as CSC são o motivo da ineficácia dos métodos de tratamento convencionais para o câncer, uma vez que essa subpopulação apresenta mecanismos de defesa contra a ação da radioterapia e de quimioterápicos. Uma das possibilidades apontadas como mecanismos de escape dessas células é o fato de apresentarem maior resistência aos danos ao DNA, exibindo maior expressão de proteínas antiapoptóticas (Bcl2) e maiores níveis de expressão de bombas transportadores de drogas (ABCB1 e ABCG2), que funcionam como transportadores de quimioterápicos para fora das células. Um dos tratamentos de primeira linha para esses casos é a associação de anticorpos monoclonais com a droga quimioterápica 5-Fluoracil (5-FU). Entretanto, além de não demonstrar grande eficácia, reações adversas como anemia, neutropenia, trombocitopenia, alterações cutâneas e sepse diminuem consideravelmente a qualidade de vida, e aumentam o risco de doenças relacionadas à imunodepressão. Uma alternativa aos tratamentos convencionais é a utilização da quimioterapia metronômica, que tem a capacidade de manter níveis séricos eficazes da droga sem desenvolver resistência à mesma e com menores efeitos colaterais. De forma complementar, diferentes compostos com atividades biológicas vêm sendo associados a inúmeros efeitos antitumorais e/ou imunomoduladores. O cogumelo Ganoderma lucidum (GL) apresenta, dentre suas inúmeras propriedades, a capacidade de evitar a invasão de células tumorais e estimular a resposta imune, sendo capaz de agir nas proteínas ABC de HNSCC e de facilitar a sensibilização dessas células quanto à quimioterapia. Desta forma, o objetivo principal deste estudo é avaliar, in vitro, os efeitos do fitoterápico Ganoderma Lucidum sobre a ação antitumoral de baixas doses de 5-FU na subpopulação de células-tronco tumorais presentes na linhagem SCC9 de carcinoma espinocelular de boca. | |
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