| Processo: | 17/02502-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Jorge Esquiche León |
| Beneficiário: | Lucas Ribeiro Teixeira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Jovens Patologia bucal Boca Carcinoma de células escamosas Idosos Angiogênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiogenese | Carcinoma Espínocelular | cavidade oral | Idosos | jovens | macrófagos M1 e M2 | Patologia Oral |
Resumo O carcinoma espinocelular (CEC) oral (CECO) corresponde a 90-95% de todos os casos de câncer oral. A incidência do CECO é elevada. No Brasil, dados apontam para o registro de 15,490 casos novos de câncer oral em 2016. Apesar de haver uma maior prevalência de CECO em pacientes idosos, estudos mostram um aumento no número de pacientes jovens afetados. Na análise histopatológica, além da presença de ilhas e cordões invasivos de celulas epiteliais malignas, há também a presença de infiltrado imune peritumoral e intratumoral, onde pode ser visualizada grande quantidade de macrófagos, células com importante papel na regulação da resposta imune inata e que podem ser classificados como tipo M1 e M2. Os macrófagos M1 apresentam propriedades anti-tumorais, já os macrófagos M2 mostram perfil pró-tumoral e sua frequência parece estar associada com a modulação do estroma vascular (angiogênese) no CEC. Interessantemente, não há estudos avaliando os possíveis efeitos do envelhecimento (imunossenescência) na variação destas populações de macrófagos e sua relação com a angiogênese no CECO. Assim, este trabalho tem como objetivo analisar, por meio de imunoistoquímica (imunomarcação simples e dupla), a frequência e localização de macrófagos M1 e M2 e sua relação com a angiogênese em pacientes jovens e idosos, utilizando os marcadores CD68 e CD163 (macrófagos), CD34 e D2-40 (densidade microvascular) em biópsias de CECO (n=60) divididos em três grupos (<40 anos [n=20]; 40-65 anos [n=20]; >65 anos [n=20]), visando elucidar os efeitos da imunossenescência na polarização de macrófagos e na modulação da angiogênese no CECO. Estudos desta natureza irão contribuir com o melhor entendimento dos mecanismos imunológicos e angiogênicos do CECO, especialmente afetando pacientes jovens, e propor uma sólida metodologia de análise das populações jovem e idosa no CECO, atualmente heterogênea e pouco bem definida. (AU) | |
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