| Processo: | 17/06097-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Alex Antonio Florindo |
| Beneficiário: | Alex Antonio Florindo |
| Instituição Sede: | Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Adultos Meio ambiente construído Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adultos | Ambiente Construído | Brasil | Caminhada no tempo de lazer | Espaços públicos abertos | Atividade física e Saúde Pública |
Resumo
O acesso a espaços públicos abertos é importante para aumentar a prática de caminhada no tempo de lazer em países de renda alta, mas existem poucas evidências em países de renda média. Nós conduzimos uma análise transversal para verificar as relações da caminhada no lazer com a presença de diferentes tipos (ciclovias, parques e praças) e a combinação destes destinos recreacionais próximos das residências de adultos que participaram do Inquérito de Saúde de São Paulo (n=3.145). A caminhada no lazer foi avaliada por questionário. Nós delineamos buffers (500, 1.000 e 1.500 metros) a partir das residências dos adultos usando sistema de informação geográfica. Nós utilizamos regressão logística multinível com clusters/agregação dos setores censitários e das casas e ajustando por características sociais, demográficas e de saúde. Os principais resultados mostraram que a presença de pelo menos dois tipos de destinos recreacionais dentro de buffers de 500 metros em relação às residências foram associados com o aumento no odds ratio para caminhada no lazer comparado com buffers onde não havia nenhum destino (OR=1,65; 95% IC 1,09-2,55). Não foram encontradas associações para buffers mais distantes das residências. Estes resultados apoiam ações do novo plano Diretor para a cidade de São Paulo e poderiam ser utilizados para destacar a importância do acesso à combinação de espaços públicos abertos para a promoção da atividade física em megacidades de países de renda média. (AU)
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