| Processo: | 17/07519-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada |
| Pesquisador responsável: | Leandro José Raniero |
| Beneficiário: | Leandro José Raniero |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D). Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Denise Maria Zezell ; Ivone Regina de Oliveira ; Maiara Lima Castilho ; Patrícia Marcondes dos Santos ; Renata de Azevedo Canevari |
| Assunto(s): | Terapia fotodinâmica Nanotecnologia Nanopartículas de ouro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bifunctional nanoprobes | Câncer de mama em modelo animail | nanoparticulas de ouro | Terapia Fotodinâmica | Nanotecnologia |
Resumo
O câncer é uma doença complexa, desencadeada por diversos fatores, os quais incluem os ambientais e o estilo de vida, como os maus hábitos alimentares, tabagismo, sedentarismo entre outros, podendo também ser derivados de mutações genéticas inerente a cada indivíduo, se tornando um problema de saúde pública. Os tratamentos convencionais são agressivos e em várias ocasiões com prognóstico insatisfatório, o qual pode estar relacionado a heterogeneidade clínica dos tumores, dentre outros fatores, sendo notória a necessidade do aperfeiçoamento/desenvolvimento de novos métodos. A Terapia Fotodinâmica (TFD) é um método eficaz para o tratamento contra vários tipos de câncer pela utilização de uma radiação para ativação de um agente fotossensibilizante (droga) na presença do oxigênio molecular. Ao contrário da quimioterapia e da radioterapia, a TFD apresenta bons resultados sem toxicidade cumulativa, podendo ser utilizada mesmo em pacientes imunocomprometidos. Na TFD, a exposição do fotossensibilizador a radiação em um comprimento de onda apropriado, resulta na formação de espécies reativas de oxigênio, tais como oxigênio singleto, promovendo a morte celular. Embora esta droga seja seletiva, acumulando-se em menor concentração em células saudáveis, o aumento da captação da droga em células alvo poderia contribuir com a eficiência da TFD. Visando a necessidade de novos tratamentos contra o câncer de mama, menos invasivo, e com menores efeitos colaterais, o presente projeto propõem avaliar a ação antitumoral e toxicológica da TFD, utilizando nanossondas bifuncionais, em modelo animal. Assim, nanopartículas de ouro com o direcionamento ativo, por meio da proteína Fator de Crescimento Epidérmico (EGF) e transportadoras de Clorina e6, serão utilizadas em TFD como um método alternativo de tratamento contra o câncer de mama. (AU)
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