| Processo: | 17/09233-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Henrique Ferreira |
| Beneficiário: | Caio Felipe Cavicchia Zamunér |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Controle de doenças Cancro (doença de planta) Xanthomonas Citricultura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cancro cítrico | Citricultura | Controle | Xac | Xanthomonas | Fitopatogenicidade |
Resumo A citricultura constitui uma importante atividade econômica no país, com o Brasil sendo o maior produtor de laranja no mundo. A produção é ameaçada pelo cancro cítrico asiático, uma doença severa que traz grande prejuízo e leva a necessidade do controle de seu agente causador, a bactéria Gram-negativa Xanthomonas citri subsp. citri. A estratégia única da erradicação das plantas em áreas afetadas tornou-se insustentável e será abandonada no estado de São Paulo. Atualmente não há nenhuma medida curativa para os pomares e a opção é o manejo integrado para evitar o avanço da doença. O único controle químico utilizado no presente é realizado pela aplicação de compostos a base de cobre, os quais trazem riscos de contaminação ao solo e de mananciais de água. Desta forma, estratégias alternativas de controle são essenciais para manter a citricultura brasileira competitiva no mercado. Nesse contexto, a presente proposta busca avaliar a ação anti-Xac de compostos híbridos de pirazinamida-chalcona - moléculas que possuem potencial antimicrobiano. Para tanto, os compostos terão sua concentração inibitória mínima (MIC) e ação bactericida/estátoca frente à X. citri pelos métodos de REMA e MBC. Posteriormente, as moléculas biologicamente ativas serão testadas em mudas de Citrus sinensis, para se verificar seu efeito protetivo contra a infecção por este fitopatógeno. Finalmente, Xac tratada com compostos promissores será avaliada em ensaios de microscopia que poderão fornecer indícios da atuação dos antibacterianos em vias de interesse para nosso grupo, como segregação cromossômica, divisão celular e síntese de parede. (AU) | |
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