| Processo: | 17/11948-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Tito Monteiro da Cruz Lotufo |
| Beneficiário: | Tito Monteiro da Cruz Lotufo |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Alvaro Esteves Migotto ; Ana Carolina Sousa de Almeida ; Ana Paula Siqueira Dornellas ; Antonio Carlos Marques ; Christopher Meyer ; Cristiane Xerez Barroso ; Fernando Coreixas de Moraes ; Francisca Andréa da Silva Oliveira ; Marcelo Veronesi Fukuda ; Sarah Maureen Tweedt |
| Assunto(s): | Biodiversidade Genômica Monitoramento ambiental Inventários de fauna Fauna Fauna marinha Ecossistemas costeiros Oceanos e mares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiversidade | Costões Rochosos | Fauna bêntica | Fauna críptica | Genômica | Zoologia Marinha |
Resumo
A diversidade dos organismos com hábitos crípticos em ambientes coralíneos representa um dos grandes desafios para o conhecimento da biodiversidade marinha. Com o intuito de estudar a biota críptica de áreas recifais, foi desenvolvida uma estrutura artificial cúbica e desmontável denominada de Autonomous Reef Monitoring Structure (ARMS). Estas estruturas são mantidas submersas por cerca de um ano, permitindo o recrutamento da biota críptica, que pode então ser coletada de forma eficiente e sem dano ao ambiente. Os ARMS já estão sendo usados na última década em dezenas de localidades do mundo, abrangendo uma grande variedade de sistemas coralíneos. Neste projeto se pretende utilizar ARMS para o inventário da biota críptica de áreas insulares costeiras em São Paulo, com a instalação num total de 4 pontos, nas seguintes unidades de conservação: Estação Ecológica Tupinambás, Parque Estadual da Ilha Anchieta e Refúgio da Vida Silvestre de Alcatrazes. Os ARMS serão instalados em tréplicas em cada ponto, em profundidades ao redor de 10m, permanecendo submersos por um período aproximado de 12 meses. Após o período de submersão, os ARMS serão substituídos e processados, com os organismos coletados, fotografados e preservados para identificação morfológica e geração de sequências de DNA barcoding. Uma segunda etapa do projeto envolverá o uso de meta-barcoding, utilizando plataformas de sequenciamento massivo para obtenção de sequências curtas para comparação com bases de dados. Se espera, dessa forma, descrever a diversidade da biota críptica do infralitoral rochoso das ilhas costeiras estudadas, permitindo a avaliação e comparação com outras localidades do mundo, e estabelecendo a linha de base para monitoramento de longo prazo destas áreas. (AU)
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