| Processo: | 17/12648-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Carlos Alberto da Silva |
| Beneficiário: | Talita Maria Senra Martins |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Doença de Alzheimer Estreptozotocina Temperatura corporal Regulação da temperatura corporal Proteínas tau Fosforilação Neurofisiologia Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença de Alzheimer | estreptozotocina | Frio | temperatura corporal | termorregulação | Neurofisiologia |
Resumo A Doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa que tem como um de seus primeiros sintomas a perda de memória recente, podendo evoluir para um grande declínio cognitivo. Ela pode ser dividida em dois tipos: familiar e esporádica. Em ambos casos, apresenta como um de seus principais marcadores histopatológicos os emaranhados neurofibrilares (NFTs) da proteína Tau hiperfosforilada. Alguns modelos em animais foram desenvolvidos para o estudo da DA, dentre eles, a injeção intracerebroventricular (icv) de estreptozotocina (STZ), já está bem estabelecido na literatura como modelo para a forma esporádica da doença. Alguns fatores externos também podem regular os níveis de fosforilação da Tau, como a temperatura, tendo em vista que a diminuição da temperatura pode levar ao aumento da fosforilação da proteína Tau. Dessa forma, esse estudo pretende investigar o efeito da temperatura ambiente sobre os parâmetros comportamentais em modelo animal para a forma mais prevalente (forma esporádica) da DA. Para isso, os animais serão tratados com injeções icv de STZ e serão aclimatados em temperatura subneutra (22ºC) ou neutra (28ºC). Para a avaliação do comportamento, serão feitos os testes do Labirinto de Barnes e a Interação Social e para a avaliação do efeito da temperatura serão feitos os testes de: Seleção da temperatura ambiente de preferência e Termografia de infravermelho, além das medidas da temperatura corporal. Nossa hipótese é de que, como a temperatura apresenta um efeito na fosforilação da tau, a diminuição da temperatura ambiente pode levar a um aumento no nível de fosforilação da Tau, causando maior comprometimento cognitivo nos animais expostos a temperatura subneutra. (AU) | |
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