| Processo: | 17/14418-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Orestes Vicente Forlenza |
| Beneficiário: | Rafael Martins Themoteo |
| Instituição Sede: | Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Lítio Doença de Alzheimer Neurônios Estresse oxidativo Neurociências |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | beta-amilóide | Doença de Alzheimer | neurônios | telômeros | Neurociência |
Resumo A doença de Alzheimer (DA) é caracterizada pela deposição de agregados do peptídeo beta-amiloide (A²) e da proteína Tau hiperfosforilada no tecido nervoso, que compromete as funções neurais, com repercussões sobre a cognição e o comportamento. Uma das hipóteses fisiopatológicas desse processo envolve o aumento do estresse oxidativo e consequente encurtamento do tamanho dos telômeros. Os telômeros são considerados um "relógio biológico" das células nesses tecidos, e o seu encurtamento associa-se à senescência precoce, tanto de neurônios quanto de células da glia. Evidências de benefícios do uso de lítio em modelos de DA têm sido demonstradas em diversos estudos. Acredita-se que várias vias sejam modificadas por esse metal. Entre elas uma que é responsável pela diminuição na produção de espécies reativas de oxigênio (ROS), abrindo caminho para uma possível via de redução do estresse oxidativo sob as células neuronais e mantendo suas funções fisiológicas. (AU) | |
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