| Processo: | 17/21235-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Regina Lúcia Baldini |
| Beneficiário: | Regina Lúcia Baldini |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Virulência Regulação da expressão gênica Pseudomonas aeruginosa Resistência microbiana a medicamentos Interação proteína-proteína Sinalização |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Interações Proteína-Proteína | Pseudomonas aeruginosa | Regulação gênica | resistencia a antibióticos | Sinalização | Virulência | Biologia Molecular de bactérias |
Resumo
A fim de coordenar suas funções, todo organismo precisa ser capaz de receber informações do ambiente e utilizá-las para ajustar os mecanismos que vão garantir sua sobrevivência e adaptação às condições imediatas. Em bactérias, assim como em todas as células, sistemas de sinalização celular e de resposta devem ser finamente coordenados para assegurar o sucesso em situações específicas. Enquanto algumas bactérias possuem nichos restritos, Pseudomonas aeruginosa é uma oportunista por excelência, podendo habitar sítios diversos, utilizar fontes alternativas de carbono e obter energia usando diferentes aceptores finais de elétrons, além de poder viver em associação com organismos filogeneticamente distantes, causando infecções oportunistas. Ela também tem a capacidade de sintetizar compostos que lhe provêm vantagens na competição com outros microrganismos, apresenta sofisticados sistemas de comunicação célula-à-célula, mecanismos intrínsecos de resistência a antimicrobianos e pode viver na forma de intrincados biofilmes. Em humanos, P. aeruginosa é frequentemente associada a infecções adquiridas no ambiente hospitalar, além de ser causa importante de infecções audas e crônicas em portadores de fibrose cística. Com quase 20% de seu genoma dedicado a vias de regulação de expressão gênica, P. aeruginosa é alvo de estudos em diferentes aspectos de sua fisiologia, mas ainda há muito o que ser explorado em relação a vias de transdução de sinais ainda não caracterizadas. Assim, nosso grupo visa contribuir para a ampliação do conhecimento de mecanismos de sinalização, com o intuito de trazer mais informações que permitam a prevenção e manejo das infecções causadas por P. aeruginosa. Dentre estes mecanismos, destacam-se sistemas de dois componentes, sinalização por nucleotídeos e regulação da resistência a antibióticos por estresses ambientais, focos de estudo do presente projeto. (AU)
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