| Processo: | 17/23604-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Alexander Henning Ulrich |
| Beneficiário: | Yahaira Maria Naaldijk Palma |
| Supervisor: | Pranela Rameshwar |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Rutgers The State University of New Jersey, Newark, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 15/14343-2 - Células tronco mesenquimais derivadas de polpa dentária em combinação com meio condicionado específico: uma nova abordagem terapêutica para a ELA, BP.PD |
| Assunto(s): | Microglia Exossomos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | amyotrophic lateral sclerosis | exosomes | Mesenchymal Stem Cells | microglia | neuroscience | Regenerative Medicine | Stem cells and neurodegeneration |
Resumo Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é a principal doença do neurônio motor, afetando mais de 400.000 pessoas em todo mundo, com uma taxa de mortalidade de 92%. Não existe cura para ELA e os tratamentos disponíveis são apenas capazes de estender a expectativa de vida do paciente em até três meses. Células tronco mesenquimais (MSC) são células imunomoduladoras que regulam processos celulares tanto pelo contato célula-célula, quanto pelos seu efeito parácrino. Fatores liberados pelas MSC, como vesículas extracelulares (incluindo microvesículas e exossomos) são capazes de modular diferentes funções celulares. Os exossomos, especificamente, carregam ácidos nucleicos, proteínas e miRNA que podem ser capturados por endocitose ou fagocitose, alterando a função celular. Atualmente, a abordagem de terapia por células tronco para ELA sugere o uso tanto de MSC como de células tronco pluripotentes como ferramenta para a diferenciação em neurônios motores. Entretanto, seu transplante direto em pacientes apresenta potencial tumorgênico. Dessa forma, este projeto propõe o uso do secretoma de MSC como uma nova ferramenta para tratar ELA, através da elucidação dos mecanismos pelos quais exossomos podem modular ou serem modulados pelo status de ativação de células microgliais, considerando a base neuroinflamatória via micriglia observada na ELA. Para isso, nós propomos caracterizar o conteúdo de exossomos derivdos de MSC obtidas de diferentes fontes, como cordão umbilical humano, medula óssea e tecido adiposo, visando demonstrar pela primeira vez como microglias ativadas - como encontradas na ELA - podem alterar o secretoma de MSC, e como exossomos podem alterar o status pró-inflamatória de microglias para um status neuroprotetos. Esperamos prover uma importante pista para o uso de exossomos como ferramentas de delivery para a modulação do status de ativação de microglias, como uma nova terapia baseada em células tronco para a ELA. | |
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