| Processo: | 17/24400-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Alexander Henning Ulrich |
| Beneficiário: | Carolina de Moura Albino |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neurociências Terapia baseada em transplante de células e tecidos Inflamação Doença de Parkinson Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brilliant Blue G | Doença de Parkinson | Inflamação | Modelo Animal | P2X7 | terapia celular | Neurociência |
Resumo A Doença de Parkinson (DP) é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva caracterizada pela extensa morte de neurônios dopaminérgicos na substância negra e estriado. Dados da literatura sugerem que o receptor purinérgico P2X7 exerça efeitos pró-inflamatórios envolvidos na patologia da doença, estimulando a secreção de citocinas pela microglia ativa, resultando em uma perda neuronal por piroptose e contribuindo para a piora clínica da doença. Estudos prévios de nosso laboratório mostram que o antagonista do receptor P2X7, Brilliant Blue G (BBG), reverte o déficit dopaminérgico em modelo animal de DP. Uma das hipóteses desse efeito é através da atenuação do processo inflamatório. Sendo assim, um os objetivos desse estudo é avaliar a modulação do processo inflamatório pelo tratamento com BBG no modelo animal de 6-hidroxidopamina de DP através de análises bioquímicas e estudos in vitro. Além disso, levando em consideração que o transplante celular é um dos tratamentos mais estudados recentemente e cuja sobrevivência e integração dos neurônios transplantados tem se mostrado um desafio, esse trabalho propõe a modulação antiinflamatória com BBG seguida de transplante celular, avaliando a eficácia da inserção e sobrevivências das células transplantadas e a reversão do deficit dopaminérgico ocasionado pela injeção de 6-OHDA. | |
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