| Processo: | 18/03299-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Adriano Cappellazzo Coelho |
| Beneficiário: | Elizabeth Magiolo Coser |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/21171-6 - Paromomicina no tratamento da leishmaniose tegumentar: investigação in vitro, in vivo e na identificação de marcadores moleculares associados à suscetibilidade e resistência, AP.JP |
| Assunto(s): | Controle de doenças Leishmaniose Paromomicina Leishmania mexicana Leishmania braziliensis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Leishmania amazonensis | leishmania braziliensis | leishmaniose tegumentar | Paromomicina | Quimioterapia das leishmanioses |
Resumo A leishmaniose é uma doença parasitária considerada negligenciada pela Organização Mundial de Saúde. No Brasil, a doença tem apresentado nos últimos anos um número crescente de casos, principalmente em regiões urbanas. O controle da leishmaniose no Brasil limita-se a utilização de medicamentos que são administrados pela via parenteral, têm alto custo e induzem efeitos colaterais muitas vezes graves. O arsenal terapêutico disponível limita-se aos antimoniais pentavalentes, à anfotericina B e à pentamidina. Recentemente, dois fármacos foram aprovados como alternativas ao tratamento da leishmaniose visceral na Ásia: a miltefosina e a paromomicina. Embora ainda não tenham sido aprovados para o uso no Brasil, existe grande potencial que estes fármacos venham a ser utilizados no tratamento da leishmaniose no Brasil. Neste projeto de pesquisa, propomos avaliar a suscetibilidade à paromomicina in vitro de isolados de Leishmania provenientes de pacientes com leishmaniose tegumentar do Estado de São Paulo, assim como sua eficácia in vivo em modelo experimental murino de infecção de duas das principais espécies causadoras de leishmaniose tegumentar no Brasil: Leishmania (Viannia) braziliensis e Leishmania (Leishmania) amazonensis. Parasitos resistentes à paromomicina selecionados in vitro de ambas as espécies e os isolados clínicos que apresentarem baixa suscetibilidade in vitro também serão utilizados em estudos in vivo. Este estudo investigará o potencial de utilização da paromomicina no tratamento da leishmaniose tegumentar no Brasil, como uma possível alternativa de tratamento para a doença. (AU) | |
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