| Processo: | 18/03979-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | José Freire da Silva Neto |
| Beneficiário: | Júlia Aparecida Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/01586-8 - Caracterização de efetores Rhs relacionados com o sistema de secreção do tipo VI de Chromobacterium violaceum, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Genética bacteriana Chromobacterium violaceum Sistemas de secreção tipo VI Proteômica Expressão gênica Virulência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Chromobacterium violaceum | Competição interbacteriana | Proteínas de imunidade cognatas | proteínas efetoras | Sistema de Secreção do Tipo VI | virulencia bacteriana | Genética bacteriana |
Resumo Os sistemas de secreção são maquinarias especializadas presentes em diversas bactérias Gram-negativas, responsáveis pela translocação de proteínas do interior do citoplasma para fora da célula bacteriana. O sistema de secreção do tipo VI (T6SS) é um aparato contráctil que entrega proteínas efetoras tóxicas em uma maneira dependente de contato diretamente no interior de células alvo procarióticas ou eucarióticas. Este sistema é utilizado por bactérias em relações antagonistas contra bactérias competidoras ou contra hospedeiros eucarióticos. A Chromobacterium violaceum, uma beta-proteobactéria de vida livre capaz de atuar como patógeno oportunista em humanos, possui em seu genoma um cluster gênico organizado em dois operons que codificam um potencial T6SS, mas a função deste sistema permanece completamente desconhecida nesse organismo. Este projeto tem como objetivo caracterizar o T6SS de C. violaceum a fim de desvendar quais são seus efetores, como se dá sua regulação e quais as vantagens que este sistema oferece para a sobrevivência desta bactéria no ambiente ou durante uma infecção. Para identificar as proteínas efetoras translocadas pelo T6SS será feita análise proteômica desta bactéria comparando o secretoma das linhagens selvagem e mutantes do T6SS. A análise da expressão gênica in vivo e in vitro dos operons do T6SS em diferentes condições permitirá entender como se dá sua regulação a nível transcricional. Ensaios em cultura de células e com modelo murino e de competição bacteriana usando as linhagens selvagem e mutantes do T6SS também serão realizados. Juntos, os resultados obtidos possibilitarão entender o papel do T6SS nas relações de C. violaceum com outras bactérias e com o hospedeiro. (AU) | |
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